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Policiais de Várzea Grande arrecadam 350 brinquedos e alimentos em ação social

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Da Redação

O 4º Batalhão de Polícia Militar em Várzea Grande arrecadou 350 brinquedos e alimentos para a campanha Operação Natal Feliz. O lançamento da ação social na unidade foi realizado na manhã desta quarta-feira (04.12), no auditório da sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, no município.

A campanha, idealizada pela primeira-dama do Estado, Virgínia Mendes, em parceria com a Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar, sensibilizou 120 policiais militares do 4º BPM. 

O sargento Adelson Francisco de Souza contribuiu doando um brinquedo e contou ter sido motivado pelo sentimento de ajudar o próximo.

“Durante nosso trabalho nas ruas, fazemos contato com muitas pessoas que passam por situações de necessidade, de vulnerabilidade. Então, essa campanha é uma grande oportunidade que temos de expressar nosso lado social. Fico motivado em ajudar esse tipo de ação e incentivar mais pessoas a doar”, relatou o sargento.

À frente da operação no 4º Batalhão, o tenente-coronel Januário Batista disse que a campanha é uma forma de contribuir não apenas no papel policial de servir e proteger, mas transmitindo exemplos.

“Dar exemplo à sociedade nos faz também participar da construção social. A participação de todos os policiais nesta campanha ajudará diversas famílias carentes”, comentou..

A campanha foi lançada pelo Comando Geral da Polícia Militar no dia 14 de novembro e será abraçada por todas as unidades da PM no Estado. Brinquedos e alimentos não-perecíveis podem ser doados em pontos de coleta da instituição, quartéis, batalhões, companhias, base policiais e nas sedes dos Comandos Regionais.

Fonte/Foto: PM-MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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