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Policia Rodoviária Federal encontrar droga escondida no painel de carro em Poconé

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O carro do suspeito, de 34 anos, modelo Fiesta, seguia de Pontes e Lacerda, a 483 km da capital, para Cuiabá. Apreensão ocorreu na BR-070, em Poconé.

Da Redação

 

Um motorista foi preso na manhã deste domingo (10) depois que foi revistado por policiais rodoviários federais na BR-070, em Poconé, a 104 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram encontrados 18 kg de pasta base de cocaína escondidos no painel do veículo que ele dirigia.

De acordo com a PRF, a apreensão ocorreu durante abordagem no km 635 da BR-070, por volta das 7h (horário de Mato Grosso). O carro do suspeito, de 34 anos, modelo Fiesta, seguia de Pontes e Lacerda, a 483 km da capital, para Cuiabá.

O motorista entrou em contradição levando os policiais a realizarem uma revista minuciosa no interior do veículo. A PRF identificou um compartimento, no painel do veículo, contendo aproximadamente 18 kg de pasta base de cocaína.

Ao ser interrogado, o motorista disse que recebeu a droga em Cáceres, a 220 km de Cuiabá, e entregaria em Várzea Grande, região metropolitana da capital. A droga, o veículo e o suspeito foram levados para a delegacia da Polícia Civil em Poconé.

Fonte: G1-MT

Foto: Polícia Rodoviária Federal de Mato Grosso

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Julgamento é retomado com interrogatório dos réus

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O julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi retomado na manhã desta quarta-feira (30), no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Após o encerramento do primeiro dia de instrução, as partes desistiram da oitiva das testemunhas que ainda estavam arroladas para depor, permitindo o avanço da sessão para a fase de interrogatório dos réus.Os trabalhos foram reiniciados com o interrogatório de Antônio Gomes da Silva, apontado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) como o autor dos disparos que resultaram na morte do advogado. Na sequência, também deverão ser interrogados os demais réus, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida (NDV). A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Também integra a acusação, como assistente, o advogado Giovani Santin.Durante o primeiro dia de julgamento, realizado na terça-feira (29), foram ouvidas seis testemunhas, entre elas delegados da Polícia Civil e da Polícia Federal que atuaram nas investigações do caso. As oitivas abordaram a dinâmica do crime, o planejamento da ação criminosa e os elementos probatórios reunidos ao longo da apuração conduzida pelas forças de segurança.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins avaliou o primeiro dia como produtivo no que se refere à instrução e ao esclarecimento dos fatos. Ele destacou o papel do Ministério Público no Tribunal do Júri e criticou estratégias utilizadas para atacar a imagem da vítima.“Estamos defendendo a vida de um ser humano e aqui o Ministério Público tutela o direito à vida de qualquer pessoa, sem fazer qualquer tipo de discriminação. Justificar esse tipo de situação atacando a figura da vítima nada mais é do que uma retórica colocada a serviço da injustiça, da impunidade e daquilo que a sociedade não deseja”, afirmou o promotor de Justiça.O promotor de Justiça Samuel Frungilo lembrou ainda que, segundo a acusação, o envolvimento dos réus como executores e intermediários está demonstrado tanto pelas oitivas das testemunhas realizadas no primeiro dia quanto pelas investigações conduzidas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal. “Essa organização foi contratada para matar Roberto Zampieri, e foi isso que fez”, afirmou.Conforme a denúncia oferecida pelo MPMT, Antônio Gomes da Silva é acusado de executar o homicídio. Hedilerson Fialho Martins Barbosa teria participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas é apontado como integrante da empreitada criminosa.O julgamento prossegue ao longo do dia com os interrogatórios e as demais fases processuais previstas para o Tribunal do Júri.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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