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Polícia Civil prende um dos autores de duplo homicídio em Várzea Grande

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Mato Grosso

Da Redação

 

Um dos suspeitos de autoria de um duplo homicídio ocorrido em setembro de 2016 teve o mandado de prisão temporária cumprido pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), na terça-feira (24).

O suspeito Alexsandro Alves da Costa, de 23 anos, e o comparsa de 29 anos são apontados como os autores do duplo homicídio das vítimas Reyver Webber da Costa Arruda, 22 anos, e Ian Lucas de Magalhães, 19 anos. Os crimes ocorreram no dia 2 de setembro de 2016, no bairro Ipase, em Várzea Grande. Alexsandro Alves está preso e seu comparsa foragido. 

Na quarta-feira (25), a equipe policial coordenada pela delegada Alana Cardoso efetuou buscas na casa do segundo autor, mas ele não foi encontrado. Nas buscas, nada foi apreendido.

Na ocasião do crime, as duas vítimas chegaram a ser socorridas, mas não resistiram aos ferimentos provenientes de armas de fogo e morreram antes de chegarem ao Pronto Socorro de Várzea Grande. Os jovens foram mortos por duas pessoas que se aproximaram em uma motocicleta e o garupa efetuou os disparos.

Na investigação, a Polícia Civil esclareceu que o crime foi motivado por uma rixa entre grupo de jovens da região do bairro São Simão, em Várzea Grande. As vítimas, ainda segundo a investigação, tinham assassinado amigos dos autores.

O preso está recolhido em uma unidade prisional de Várzea Grande.

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Julgamento é retomado com interrogatório dos réus

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O julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi retomado na manhã desta quarta-feira (30), no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Após o encerramento do primeiro dia de instrução, as partes desistiram da oitiva das testemunhas que ainda estavam arroladas para depor, permitindo o avanço da sessão para a fase de interrogatório dos réus.Os trabalhos foram reiniciados com o interrogatório de Antônio Gomes da Silva, apontado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) como o autor dos disparos que resultaram na morte do advogado. Na sequência, também deverão ser interrogados os demais réus, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida (NDV). A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Também integra a acusação, como assistente, o advogado Giovani Santin.Durante o primeiro dia de julgamento, realizado na terça-feira (29), foram ouvidas seis testemunhas, entre elas delegados da Polícia Civil e da Polícia Federal que atuaram nas investigações do caso. As oitivas abordaram a dinâmica do crime, o planejamento da ação criminosa e os elementos probatórios reunidos ao longo da apuração conduzida pelas forças de segurança.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins avaliou o primeiro dia como produtivo no que se refere à instrução e ao esclarecimento dos fatos. Ele destacou o papel do Ministério Público no Tribunal do Júri e criticou estratégias utilizadas para atacar a imagem da vítima.“Estamos defendendo a vida de um ser humano e aqui o Ministério Público tutela o direito à vida de qualquer pessoa, sem fazer qualquer tipo de discriminação. Justificar esse tipo de situação atacando a figura da vítima nada mais é do que uma retórica colocada a serviço da injustiça, da impunidade e daquilo que a sociedade não deseja”, afirmou o promotor de Justiça.O promotor de Justiça Samuel Frungilo lembrou ainda que, segundo a acusação, o envolvimento dos réus como executores e intermediários está demonstrado tanto pelas oitivas das testemunhas realizadas no primeiro dia quanto pelas investigações conduzidas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal. “Essa organização foi contratada para matar Roberto Zampieri, e foi isso que fez”, afirmou.Conforme a denúncia oferecida pelo MPMT, Antônio Gomes da Silva é acusado de executar o homicídio. Hedilerson Fialho Martins Barbosa teria participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas é apontado como integrante da empreitada criminosa.O julgamento prossegue ao longo do dia com os interrogatórios e as demais fases processuais previstas para o Tribunal do Júri.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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