Mato Grosso

Polícia Civil prende dois homens e duas mulheres por tráfico de drogas no bairro Canjica

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

Quatro pessoas suspeitas de comercializar drogas foram presas pela Polícia Civil, na tarde de segunda-feira (01.06), no bairro Canjica, em Cuiabá. Além das prisões, a ação da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) resultou na apreensão de drogas e dinheiro.

Os dois homens de 20 e 26 anos, e as duas mulheres de 19 e 21 anos, foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Durante diligências para identificar pontos de venda de drogas na cidade, os policiais civis da DRE receberam informações sobre um endereço no bairro Canjica, onde funcionaria uma boca de fumo.

Em monitoramento do local, os investigadores inicialmente identificaram que um casal permanecia na calçada. No momento em que aparecia o comprador os traficantes buscavam a porção de entorpecente no interior da residência, onde ficava escondida.

Com base nas evidências, a equipe da DRE realizou a abordagem do primeiro casal e logo em seguida encontrou os outros dois suspeitos dentro da casa.

Em poder dos suspeitos foram apreendidas quase 50 porções de vários tamanhos e diferentes tipos de entorpecentes (maconha e pasta base de cocaína) embaladas e prontas para a venda, além de duas balanças de precisão e mais de R$ 400 em dinheiro.

Diante do flagrante os dois homens e as duas mulheres foram conduzidos para DRE, interrogados e autuados pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas.

Após a confecção dos autos os presos foram apresentados para audiência de custódia e colocados à disposição da Justiça.

 

 

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

Publicados

em


O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA