Mato Grosso

Polícia Civil cumpre mandado de prisão contra detento por morte de colega de cela

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

Mais um mandado de prisão temporária decretado contra envolvidos em crime de homicídio foi cumprido, em Cuiabá, pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP).

O alvo da ordem judicial, Adrelino Arruda da Silva, é apontado como um dos integrantes da organização criminosa responsável pelo assassinato do reeducando Aleson Alex de Souza, 35 anos.  O mandado de prisão foi cumprido na sexta-feira (03.05), dentro do Centro Ressocialização de Cuiabá (CRC).

O crime aconteceu no dia 30 de setembro de 2013, no Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC), na Ala M. A vítima foi obrigada a ingerir uma substância composta por cocaína e outros componentes, que leva a morte instantaneamente.

Conforme investigação da DHPP, integrantes de uma facção decidiram pela morte da vítima, cada qual com sua respectiva função, em razão do mesmo ter se envolvido com a mulher de um dos suspeitos.  

Participaram do crime em investigação, os detentos: Isaias Duarte, conhecido como “Caverninha”; Edson Marques Soares, conhecido como “Edinho ou Cazuza ou Careca”; Paulo César dos Santos, conhecido como “Petróleo ou Gasolina ou Diesel”; Adriano Carlos da Silva, conhecido como “Fusca”; Jonny da Costa Melo, conhecido como “Morte”; Leonardo Flavio de Souza, conhecido como “Bocão” e Elias Rodrigo Rodrigues Jacinto, conhecido como “Primata”.

Os oito envolvidos tiveram os mandados judiciais de prisão cumpridos pela policiais civis da DHPP no dia 25 de abril de 2019. Todos foram interrogados e indiciados pelo crime de homicídio qualificado.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

Município regulariza medição da qualidade da água após TAC

Publicados

em


O Município de Itiquira (a 361 km de Cuiabá) regularizou o monitoramento da potabilidade da água fornecida à população, incluindo a análise de metais pesados e agrotóxicos. A medida atende compromisso firmado com o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da Promotoria de Justiça de Itiquira, em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado em maio deste ano no âmbito da política municipal de saneamento.As amostras foram coletadas em 12 pontos do sistema de abastecimento, sendo 11 locais de captação e a Estação de Tratamento de Água (ETA). Os exames contemplaram todos os parâmetros exigidos pela Portaria GM/MS nº 888/2021, do Ministério da Saúde, e apontaram resultados dentro dos padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação.Segundo a Promotoria de Justiça, as análises realizadas anteriormente não incluíam alguns dos agrotóxicos mais utilizados na região e previstos no Anexo 9 da Portaria GM/MS nº 888/2021. Com a regularização do monitoramento, o controle passa a contemplar esses parâmetros.Além dos exames realizados por laboratório contratado pelo município, a Promotoria de Justiça de Itiquira solicitou ao Centro de Apoio Operacional às Execuções (CAEx) do MPMT a realização de uma contraprova. O objetivo é verificar se os resultados obtidos pelo laboratório privado são confirmados por análise independente.Nesta sexta-feira (2), representantes da Prefeitura de Itiquira, do Ministério Público e o professor doutor Domingos Sávio Barbosa, do Laboratório de Química Ambiental da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), reuniram-se para discutir a possibilidade de implantação de um monitoramento contínuo da qualidade da água, por meio de parceria com a instituição de ensino.Para o promotor de Justiça Claudio Angelo Correa Gonzaga, o avanço representa o cumprimento de uma demanda histórica da instituição e um importante passo para a proteção da saúde pública.“Essa é uma demanda antiga do Ministério Público. Houve compromissos firmados anteriormente e repactuados neste ano, mas o monitoramento era realizado de forma intermitente ou incompleta. Agora, o município avança para regularizar definitivamente a situação. Em um estado com uso intenso de agrotóxicos, é fundamental que a população tenha acesso a informações confiáveis sobre a qualidade da água que consome. O desafio é transformar essas análises em uma rotina permanente e fortalecer a transparência, permitindo que cada cidadão também exerça o papel de fiscal”, destacou.Transparência – Conforme previsto no TAC, todos os relatórios das análises ficarão disponíveis para consulta pública no site da Prefeitura de Itiquira. A medida busca garantir transparência e possibilitar o acompanhamento dos resultados pela sociedade. Eventuais reclamações ou inconsistências identificadas nos relatórios poderão ser comunicadas à Promotoria de Justiça de Itiquira por meio da Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso, inclusive de forma sigilosa.

Foto: Reprodução Instagram.

Fonte: Ministério Público MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA