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PM prende suspeitos por uso e vendas de drogas em Cuiabá

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Da Redação

Por volta das 23h desta quarta-feira (25), uma equipe guarnição da Policia Militar fazia um patrulhamento pelo bairro Bosque da Saúde , em Cuiabá, momento em que avistaram um grupo de pessoas no pátio do Posto Petrus, ao se aproximarem do local, foi visualizado  um homem em atitude suspeita no interior de um veículo.

Consta no boletim que ao ser feito a revista veicular, foi localizado uma porção de substância análoga cocaína, e em seguida foi realizado à revista com outro homem suspeito onde também foi localizado uma porção de substância análoga a cocaína.

Segundo a PM, em ato contínuo a guarnição indagou um suspeito identificado como Diego, sobre o entorpecente, ele respondeu que havia comprado do suspeito por nome de Flávio; em seguida a guarnição indagou o suspeito Flávio sobre os relatos do suspeito Diego, que respondeu que não vendeu o entorpecente e que é ususario e apenas feza doacaotde seu entorpecente para Diego.

Diante dos fatos, todos os suspeitos foram encaminhados para a Central de Flagrantes para registro do fato.

No ato da apreensão foi necessário o uso de algemas por receio de fuga dos suspeitos, os mesmos foram encaminhados sem lesões corporais, e provavelmente serão autuados por uso ilícitos de drogas.

Foto: PMMT

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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