Mato Grosso

PM prende dois homens e apreende um adolescente por tráfico de drogas em Comodoro

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Mato Grosso

Da Redação

Policiais militares de Comodoro (a 644 km de Cuiabá) prenderam três homens e apreenderam um adolescente por tráfico de droga, no bairro Tertulia. Durante a ação, foram apreendidos porções de maconha, uma balança, um revólver calibre 32 e dinheiro.

Conforme o boletim de ocorrência, a denúncia apontava que homens estariam consumindo entorpecente nos fundos de um ginásio de esporte. No local, os policiais confirmaram a informação e prenderam dois homens. Com eles foram apreendidas porções de maconha.

Segundo informações, quando os policiais levaram a dupla à delegacia, viram um homem na companhia de um adolescente na praça do bairro, em atitude suspeita e decidiram abordá-los. A dupla carregava porções de maconha e uma faca. Os policiais perceberam que a foto de proteção de tela do celular do adolescente era um revólver. Questionado, ele disse que a arma estaria em casa. Os policiais foram no imóvel e localizaram o revólver dentro de uma mala.

Todos foram encaminhados a delegacia para procedimentos cabiveis.

Foto: PMMT

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Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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