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PM e PRF interceptam suspeitos de roubo e recuperam caminhonete em Primavera do Leste

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Mato Grosso

Da Redação

Policiais militares de Primavera do Leste (a 231 km de Cuiabá) e agentes da Polícia Rodoviária Federal prenderam na noite desta quarta-feira (11.12) três homens por roubo. Foram detidos L.G.C. (23 anos), R.C.L. (26) e G.G.A.B. (19). Todos com passagens criminais por roubo, furto e homicídio.

De acordo com o boletim de ocorrência, os militares foram acionados para dar apoio aos agentes da PRF que estavam acompanhando os suspeitos em uma camionhonete L200 Triton branca, que horas antes havia sido roubada de uma residência em Barra do Graças.

Foi montada uma barreira na MT-070 que e não foi obedecida pelos suspeitos, que passaram com o veículo em alta velocidade. Durante o companhamento pelas duas equipes já no perímetro urbano quando os suspeitos perderam o controle do veículo vindo chocar em uma árvore.

Na abordagem, foram encontradas dentro do veículo dois revólveres de calibres 32 e 38, com 11 munições. O trio confirmou serem os autores do roubo. Além da caminhonete, foram recuperados os documentos pessoas de uma das vítimas que estava dentro do veículo.

 

 

Foto por: PMMT

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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