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Na oposição da gestão e na base do povo Manezinho desafia sobre a realização de obras

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Da redação.

Mesmo sendo ofendido por integrante que compõe a base legislativa que defende os interesses da gestão do atual prefeito de Sapezal, Manezinho que é vereador e candidato à prefeito, desafiou o parlamentar a mostrar, onde estão as melhorias feitas, como as casas populares, as escolas e as creches.

Na oposição da gestão e na base do povo, Manezinho mesmo sofrendo ofensas, não parou de cobrar ações socias por parte da Prefeitura de Sapezal.

“Eu quero que eles mostrem onde fizeram, obras como casas populares, escolas e creches, para atender verdadeiramente os moradores de Sapezal”, cobrou Manezinho.

Em vídeo, o vereador e candidato à prefeito, Manezinho se mostrou indignado com as ações desenvolvidas, tanto pelos vereadores que compõe a base do poder executivo, quanto do próprio gestor, por considerar que esta gestão, não atingiu as expectativas da população menos favorecida de Sapezal.

O vídeo revela que a atuação do vereador e candidato à prefeito de Sapezal, Manezinho, é constante em defender os interesses do povo, com propriedade e conhecimento das necessidades e prioridade dos moradores, ele cobrou ações que atendessem as demandas de todos.  

Com base nas informações contidas no vídeo, é possível relatar quem está do lado de quem, do povo ou de apenas um grupo.

Manezinho relatou que se prefeito for, as prioridades serão outras, porque agora é a hora e a vez do povo.

Foto: Diário JB

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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