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MT Gás oferta gás natural para empresas da Baixada Cuiabana

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Da Redação

A Companhia Mato-Grossense de Gás (MT Gás) apresentou aos municípios da Baixada Cuiabana a oportunidade de abastecimento de Gás Natural Comprimido (GNC), de acordo como a demanda, para as indústrias interessadas. Representantes dos municípios de Nobres, Rondonópolis, Primavera, e Cáceres conheceram as vantagens do uso do gás natural nesta quinta-feira (13.02), na sede da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), em Cuiabá.

As cidades de Juscimeira, Jaciara, Campo Verde, Chapada dos Guimarães, Rosário, Jangada, Santo Antônio do Leverger e Poconé também possuem alta viabilidade para empreendimentos aderirem ao uso do gás natural. Na prática, o combustível apresenta uma rentabilidade até 50% maior.

“O gás natural é hoje o combustível mais econômico, e com menor custo de manutenção para indústrias. Estamos prontos para ir até as cidades, nos reunirmos para apresentar para os empresários da região o potencial do gás natural”, afirma o presidente da MT Gás, Rafael Reis.

Após restabelecer o fornecimento de gás natural para Mato Grosso por meio de um contrato firme, sem interrupção, com a estatal da Bolívia, a Companhia pretende ampliar o uso do gás natural no estado. Até o momento, veículos estão sendo abastecidos com Gás Natural Veicular (GNV) na Capital, e indústrias de Cuiabá, principalmente do Distrito Industrial, têm acesso ao gás com os custos baixos para operar.

O GNC é utilizado por indústrias que possuem equipamentos que produzem altas temperaturas, e substitui outras queimas menos vantajosas como a queima de carvão, de matéria orgânica, ou a opções ainda mais onerosas, como a energia elétrica.

A MT Gás elaborou um plano estratégico para expandir a cadeia do gás para atender inclusive veículos de transporte de cargas, por meio do Gás Natural Liquefeito (GNL), que pode substituir o Diesel no transporte rodoviário.

Além dos representantes dos municípios, estiveram presentes na agenda o Francisco Jammal de Almeida, engenheiro da GNC Brasil; o diretor Comercial da MT Gás, Juliano Calçada; Leandro Reyes Teixeira de Souza, superintendente de Política Industrial, Minas e Energia da Sedec; Gilberto Lemes do Nascimento, coordenador de Competitividade Industrial e Zona de Processamento de Exportação (ZPE); e os secretários de Industria, Comércio, Turismo e Desenvolvimento dos municípios.

Foto: Secom-MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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