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Ministro afirma que Governo Federal quer uma solução rápida para o VLT

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Da Redação

O ministro de Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, teria dito ao senador Welligton Fagundes (PL), que o presidente Jair Bolsonaro tem interesse em solucionar rapidamente e de forma adequada a situação das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que estão paralisadas a pelo menos cinco anos.

Fagundes se encontrou com o ministro na noite desta quarta-feira (22), após uma reunião do senador com o secretário Nacional de Mobilidade Urbana, José Carlos Medaglia. A pasta está encarregada de elaborar um estudo para que o empreendimento seja finalizado.

De acordo com Canuto, os contratos de financiamento do VLT estão ativos e disponíveis, disse ainda que a utilização dos recursos contratados junto à Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) irá depender da avaliação final da obra.

O grupo de trabalho que está a frente dos estudos, foi criado pela Portaria número 1674 e prepara relatórios de serviços, equipamentos e obras entregues, assim como alternativas tecnológicas, gestão financeira, gestão de riscos e perspectiva jurídica.

Ainda de acordo com o ministro, a obra do VLT concluída, permitirá que Cuiabá e Região Metropolitana tenham um grande salto na qualidade da mobilidade urbana da população e que a obra também representa muito dentro da política de desenvolvimento regional.

Uma reunião no próximo dia 10 de fevereiro irá tratar sobre o assunto, o ministro também confirmou presença e afirmou que o Governo Federal tem muito interesse que as obras sejam concluídas. A reunião foi agendada por Fagundes e terá também a participação de representantes da Secretaria de Estado de Mobilidade Urbana de Mato Grosso.

Foto: Assessoria de Imprensa

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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