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Max Russi oficializa sua pré-candidatura ao Senado Federal

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Da Redação

O deputado estadual Max Russi (PSB) afirmou por meio das redes sociais que recebeu o aval do presidente nacional da sigla para se colocar como pré-candidato nas Eleições Suplementares que irão acontecer no dia 26 de abril em Mato Grosso.

Por meio de uma publicação no Facebook, o deputado escreveu que após se reunir com Carlos Siqueira, presidente nacional da sigla, o aval para se colocar como pré-candidato foi dado. “Pessoal! Tudo bem com vocês? Acabo de me reunir com o presidente do @psbnacional40 Carlos Siqueira. Temos boas notícias! Agora é oficial o aval da nacional para a minha pré-candidatura ao @senadofederal
Com Deus a frente de nossos projetos, um sonho que se consolida a cada dia.” diz a publicação.

O nome de Max Russi era cogitado principalmente após a negativa do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Eduardo Botelho (DEM) em concorrer as eleições suplementares, o próximo passo será o registro da candidatura que deverá ser feito no dia 17 de março.

Uma nova eleição para o Senado Federal foi convocada após a confirmação da cassação da senadora Selma Arruda (Podemos) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em dezembro de 2019, na ocasião, os ministros determinaram que uma nova eleição deveria ser realizada no prazo máximo de noventa dias.

No último dia 22 de janeiro, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) decidiu que as eleições serão realizadas no dia 26 de abril. A partir de agora, os partidos correm contra o tempo para escolherem seus candidatos ao pleito.

Foto: Max Russi no Facebook

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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