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Manezinho e Carol atenderá Águas Claras com duas grandes obras

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Da Redação.

Mais um bairro adere ao 90, a maioria da população que mora na região do Águas Claras, demonstraram apoio à campanha de Manezinho e Carol, que percorreram a localidade, apresentando seus projetos e ouvindo as demandas.

Com cerca de 12 anos de existência, o bairro tem suas particularidades nas demandas, devido a sua localização, que fica do outro lado da BR.

Como Manezinho e Carol possuem vasta experiência, adquirida nos períodos que exerceram os mandatos de vereadores, elaboraram propostas, para realizar o sonho dos moradores, com dois grandes projetos para região, como:

A primeira construção de uma escola na gestão Manezinho e Carol.

E a busca junto aos Governos Federal e Estadual da construção do Rodoanel ou passarela.

Essas duas obras vão atender diretamente, as necessidades dos moradores da região.

A construção da escola, que tem o projeto de funcionar em período integral, atenderá os alunos que não terá mais a necessidade de se deslocar do bairro para estudar, como também dos pais, que poderão trabalhar em melhores condições, sabendo que seus filhos estão em segurança.

Já com a construção do Rodoanel ou passarela, que poderá ser realizada em parceria com os Governos Federal e Estadual, a mobilidade urbana da cidade terá melhorias, como também, vai melhorar a segurança das pessoas que trafegam na região, entrando e saindo do bairro.

De acordo com o candidato à prefeito, Manezinho o compromisso com a realização, dessas obras é fato, já que fazem parte do organograma de ações, que serão realizadas na gestão Manezinho e Carol.

“Construção da travessia urbana é um compromisso da gestão Manezinho e Carol”.

Para a candidata a vice-prefeita, Carol, a viabilização da construção dessas duas obras, serão possíveis ainda nos dois primeiros anos do mandato, já que a Prefeitura tem todas as condições entrar com a sua contrapartida, que somados com a parceria do Governo Federal e Estadual, irá proporcionar melhores condições de vida para população de Sapezal.

Foto: Matheus Oliveira

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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