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Lucimar deixará Prefeitura com R$ 100 mi em conta – “Gestão eficiente”

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Da Redação

Enquanto muitos prefeitos eleitos estão tendo trabalho e praticamente vivendo um filme de terror, neste período de transição, em alguns casos, até se arrependo de buscar o comando do executivo municipal, com rombos milionários, que impossibilitarão de trabalhar, antes de negocias as dívidas nos primeiros meses de 2021, a prefeita Lucimar Campos (DEM) está deixando a Prefeitura de Várzea Grande, com R$ 100 milhões em conta.  

No cenário da política de Mato Grosso, o prefeito eleito Kalil Baracat (MDB) pode se considerar um privilegiado, já que não é qualquer um que vai pegar uma Prefeitura, com tantas obras inauguradas, obras lançadas, obras em andamentos e obras em fase de finalização.

Foto: assessoria

Durante a inauguração das obras do Parque Berneck, que foi entregue no dia 27 de dezembro de 2020, a prefeita Lucimar Campos destacou vários pontos de melhoramento na “Cidade Industrial”, como Praças; Escolas; Postos de Saúde; Ampliação do Pronto Socorro; Ginásio do Fiotão; Pavimentação Asfáltica, entre outras atividades desenvolvidas pela Prefeitura, que melhoraram as condições de vida do povo que vive em Várzea Grande.

Foto: Prefeitura de Várzea Grande

“Trabalhos muito para proporcionar uma cidade melhor ao povo de Várzea Grande, nós vivemos aqui, a nossa casa é aqui, nós sabemos das necessidades do povo, e procuramos atender as prioridades da nossa gente, sabemos que ainda tem muito por fazer, e Kalil terá todas as condições de dar continuidade neste trabalho prestado para população”, disse Lucimar.

O senador Jayme Campos (DEM), que também compareceu no evento, falou da importância que é entregar uma Prefeitura para o sucessor, com tudo em dia, pagamentos dos servidores e fornecedores, e principalmente, com recurso em caixa, para o próximo ano.

“Lucimar vai deixar a Prefeitura para Kalil, com tudo pago, e recurso para continuar tocando as obras, isso é de extrema importância para um sucessor ter eficiência e resultado positivo na sua gestão, com Kalil no comando, a expectativa que Várzea Grande continue no rumo do desenvolvimento, assim como ficou marcada a gestão de Lucimar”, ressaltou o senador Jayme Campos.

De acordo com informações de bastidores, a gestão Lucimar Campos chegou aos 90% de aprovação pela população, posição que ainda não teria sido registrada na cidade, o que credencia a gestora, participar de outros pleitos no futuro.

Kalil que foi contaminado pelo Covid-19, não compareceu no inauguração do Parque Berneck, mas segundo assessores, ele passa bem, e logo estará pronto para trabalhar por Várzea Grande.

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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