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José Roberto Stopa: Debandada do PV da base de Emanuel é apontada como traição e oportunismos

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Da Redação

Mistérios rondam a debandada do Partido Verde (PV), que nos últimos anos usufruiu dos benefícios propiciados pelos comandos de três Secretarias do município de Cuiabá, para apoiar o grupo adversário do candidato apoiado pelo prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), na eleição suplementar ao Senado da República.

“Três secretários e mais três vereadores abandonam a base do prefeito”.

Já não é novidade dizer, que o prefeito Emanuel Pinheiro apoia a candidatura do ex-governador, Júlio Campos (DEM) na disputa eleitoral ao Senado da República.

Porém, o que está chamando a atenção, é o dissolução que está acontecendo no grupo do prefeito Emanuel Pinheiro, já que o secretário José Roberto Stopa, que também é presidente do PV no estado, além de declarar apoio ao candidato PDT, ainda levou toda composição da sigla (PV), para apoiar a candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (PDT).

Segundo informações de bastidores, a lealdade de Stopa não suportou a pressão dos cifrões, muito menos as possibilidades dos benefícios que eles podem proporcionar, como a conquista do Palácio Alencastro.

“O jogo é pesado, dizem que até amor está sendo negociado”.

De acordo com pessoas ligadas diretamente a Stopa e Emanuel Pinheiro, os dois tiveram uma longa reunião, quando o secretário de serviços urbanos de Cuiabá, saiu da sala já com tom de despedida da sua equipe.

Por outro lado, o interesse de José Roberto Stopa em disputar a eleição para a Prefeitura de Cuiabá, como também, a indecisão do prefeito Emanuel Pinheiro, em lançar sua candidatura à reeleição, seriam os dois principais motivos da debandada do PV da base do prefeito, que só precisava do combustível aditivado do PDT, para tomar suas decisões.

O cenário político está sofrendo constantes alterações, com manobras obscuras e tentadoras de todos os lados, o peso dos cifrões já mostrou que está fazendo a diferença nas composições, nas conquistas das lideranças, na organização de uma campanha.

Resta saber se vai surtir efeito, porque o segredo o voto ainda é a maior arma da população em um eleição “democrática”.

Foto: Divulgação

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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