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Jornalista acusa presidente do Patriotas de Rondonópolis de ameaça e coação

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Da Redação

Um jornalista, Marcelo Duarte, da cidade de Rondonópolis (218 km de Cuiabá) denunciou o presidente do partido Patriotas daquela cidade, Olivar do Nascimento Nunes, por supostamente tê-lo ameaçado e coagi-lo após a publicação de uma matéria jornalística.

O jornalista do site Marreta Urgente, registrou um boletim de ocorrência no qual narra que atendeu uma ligação de Olivar onde ele proferiu ameaças e tentou coagi-lo para saber o nome de uma fonte que teria passado informações para o jornalista, além disso, Olivar o ameaçou dizendo que caso não falasse o nome da fonte e parasse de publicar matérias envolvendo seu partido ele divulgaria um suposto vídeo no qual o jornalista aparece com policiais, porém, o teor do suposto vídeo não foi informado  por Olivar.

O jornalista ainda gravou um vídeo no qual divulgou em suas redes socias, onde desafiou o político a publicar o suposto vídeo, além disso, ele afirma do vídeo que entrará na Justiça contra Olivar, para que assim ele saiba o teor do suposto vídeo.

Nossa equipe de reportagem entrou em contado com o advogado e político envolvido na denúncia, ele afirmou a nossa equipe que jamais ameaçou Marcelo, e que toda a situação não passa de uma armação política para tentar enfraquecer o Patriotas em Rondonópolis.

Afirmou ainda, que jamais afirmou que divulgaria vídeos contra o jornalista e que toda a situação começou quando Marcelo publicou uma matéria afirmando que o partido faria o lançamento da pré-candidatura de Claudio Ferreira (DC) para a prefeitura de Rondonópolis no dia 27 de março, porém, ele teria ligado na ocasião para dizer que neste dia seria realizado o lançamento da candidatura da tenente-coronel Rúbia Fernanda para o Senado Federal.

 

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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