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Jogador do Luverdense é detido com carro de luxo levado em golpe de locadora do Paraná

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Da Redação

 

O jogador do Luverdense Esporte Clube, Diogo Henrique Sodré, 26 anos, foi detido pela Polícia Civil na noite desta quinta-feira (13) em um hotel localizado no bairro Bandeirantes, região central de Cuiabá, com um veículo de luxo que foi furtado em um golpe a uma empresa no estado do Paraná há mais de um ano.

Encontrado com o veículo Volvo XC90 com placas do Paraná, o meio-campo do time de Lucas do Rio Verde acabou sendo detido e encaminhado para a Delegacia de Roubos e Furtos para prestar esclarecimentos. O atleta deve ser autuado pelo crime de receptação.

Em depoimento preliminar, o jogador disse ter comprado o veículo, avaliado em R$ 350 mil, de um homem chamado Régis Mendonça da Costa, de Curitiba. Ele contou que, a princípio, desembolsou a quantia de R$ 50 mil pelo veículo e pagaria o resto depois.

De acordo com a Delegacia de Estelionato do Paraná, a empresa Chinasso Empreendimentos Imobiliários e Locações LTDA, sediada em Curitiba foi alvo de um golpe praticado pelo empresário Nelson Nunes da Rosa Júnior. Em abril de 2016, ele enganou funcionários contratando a locação de 16 veículos para partidos políticos.

Ainda conforme a denúncia, o empresário pegou todos os carros, incluindo o encontrado com o jogador do Luverdense, e desapareceu com os veículos. Vários carros ainda não foram localizados e a empresa calcula que sofreu prejuízo superior a R$ 3 milhões.

O meia foi contratado pelo Luverdense em 2016 e jogou este ano o campeonato mato-grossense, e foi campeão da Copa Verde. Ele se machucou durante a semifinal da competição e ainda não atuou pela Série B do Campeonato Brasileiro.

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Primeiro dia de júri do caso Zampieri ouve seis testemunhas

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O Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá encerrou, nesta terça-feira (29), o primeiro dia de julgamento de três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri. A sessão será retomada nesta quarta-feira (30), às 9h, com a continuidade da instrução em plenário.Ao longo do dia, foram ouvidas seis testemunhas. Prestaram depoimento o delegado da Polícia Civil Nilson André Farias de Oliveira, responsável pelas investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP); o delegado da Polícia Federal Marco Bontempo; o empresário José Marcos Marini; Mariana Costa Pinto; Lucilene Gonçalves da Silva; e o delegado da Polícia Civil Edilson Ricardo Pick.Durante as oitivas, os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins concentraram os questionamentos na reconstituição da dinâmica do homicídio, no planejamento da ação criminosa e nos elementos probatórios produzidos ao longo das investigações conduzidas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal.O julgamento apura a responsabilidade de Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), Antônio Gomes da Silva é apontado como autor dos disparos que vitimaram Roberto Zampieri. Hedilerson Fialho Martins Barbosa teria participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime, enquanto Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas é acusado de integrar a empreitada criminosa.A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Também atua na acusação, como assistente do Ministério Público, o advogado Giovani Santin.Os trabalhos serão retomados na manhã desta quarta-feira (30), quando haverá continuidade das demais fases previstas para o julgamento.Fotos: TJMT

Fonte: Ministério Público MT – MT



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