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Investigador ministra instrução de Bússola para alunos da Guarda Mirim de Comodoro

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Da Redação

Os alunos do projeto Guarda Mirim da cidade de Comodoro (644 km a Oeste) participaram de uma instrução de “Orientação e Navegação Básica com Bússola”,  ministrada  entre os dias 26 a 29 de junho, pelo investigador  Carlos Araújo, da Delegacia do município.

A instrução ocorreu em duas etapas, sendo uma teórica e outra prática, realizadas em área de vegetação de serrado. Na capacitação, foi ensinado a técnica de navegar e se orientar utilizando a bússola, instrumento de orientação que utiliza como referencial o norte magnético.

Dentre os temas, foram abordados a localização no globo terrestre, Brasil e Mato Grosso, demonstrando as linhas que dividem a terra (Meridiano de Greenwich e Linha do Equador), a rosa dos ventos com as posições Norte, Sul, Leste, Oeste e também mapa do Brasil.

Também foi ensinado às crianças, como é possível orientar-se apenas pelo sol com métodos da sombra e utilizando relógio de ponteiros.

O instrutor ressaltou que saber se orientar é de vital importância quando o tema é sobrevivência. “Tão necessário quanto seguir em uma direção é o retorno com segurança. E uma vez perdido entre a vegetação já se corre um iminente risco de vida”, disse.  

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Município regulariza medição da qualidade da água após TAC

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O Município de Itiquira (a 361 km de Cuiabá) regularizou o monitoramento da potabilidade da água fornecida à população, incluindo a análise de metais pesados e agrotóxicos. A medida atende compromisso firmado com o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da Promotoria de Justiça de Itiquira, em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado em maio deste ano no âmbito da política municipal de saneamento.As amostras foram coletadas em 12 pontos do sistema de abastecimento, sendo 11 locais de captação e a Estação de Tratamento de Água (ETA). Os exames contemplaram todos os parâmetros exigidos pela Portaria GM/MS nº 888/2021, do Ministério da Saúde, e apontaram resultados dentro dos padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação.Segundo a Promotoria de Justiça, as análises realizadas anteriormente não incluíam alguns dos agrotóxicos mais utilizados na região e previstos no Anexo 9 da Portaria GM/MS nº 888/2021. Com a regularização do monitoramento, o controle passa a contemplar esses parâmetros.Além dos exames realizados por laboratório contratado pelo município, a Promotoria de Justiça de Itiquira solicitou ao Centro de Apoio Operacional às Execuções (CAEx) do MPMT a realização de uma contraprova. O objetivo é verificar se os resultados obtidos pelo laboratório privado são confirmados por análise independente.Nesta sexta-feira (2), representantes da Prefeitura de Itiquira, do Ministério Público e o professor doutor Domingos Sávio Barbosa, do Laboratório de Química Ambiental da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), reuniram-se para discutir a possibilidade de implantação de um monitoramento contínuo da qualidade da água, por meio de parceria com a instituição de ensino.Para o promotor de Justiça Claudio Angelo Correa Gonzaga, o avanço representa o cumprimento de uma demanda histórica da instituição e um importante passo para a proteção da saúde pública.“Essa é uma demanda antiga do Ministério Público. Houve compromissos firmados anteriormente e repactuados neste ano, mas o monitoramento era realizado de forma intermitente ou incompleta. Agora, o município avança para regularizar definitivamente a situação. Em um estado com uso intenso de agrotóxicos, é fundamental que a população tenha acesso a informações confiáveis sobre a qualidade da água que consome. O desafio é transformar essas análises em uma rotina permanente e fortalecer a transparência, permitindo que cada cidadão também exerça o papel de fiscal”, destacou.Transparência – Conforme previsto no TAC, todos os relatórios das análises ficarão disponíveis para consulta pública no site da Prefeitura de Itiquira. A medida busca garantir transparência e possibilitar o acompanhamento dos resultados pela sociedade. Eventuais reclamações ou inconsistências identificadas nos relatórios poderão ser comunicadas à Promotoria de Justiça de Itiquira por meio da Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso, inclusive de forma sigilosa.

Foto: Reprodução Instagram.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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