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Indignação: internautas usam redes sociais para opinar sobre cassação de Abílio

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O final de semana foi intenso nas redes sociais, após o resultado da cassação do mandato do vereador Abílio Júnior (PSC), que ocorreu na noite da última sexta-feira, 06.03.2020, com várias postagens repudiando os 14 vereadores de que a favor da cassação.

Vários adjetivos foram utilizados para classificar as atitudes dos 14 vereadores que votaram na cassação de Abílio, as palavras como “traidor” e covarde, foram as mais utilizadas, para referenciar os vereadores “justiceiros”.

“Abílio foi eleito pelo povo e estava exercendo sua função de fiscalizar as atividades do poder executivo municipal”.

Os vereadores que votaram a favor da cassação do mandato do vereador Abílio Júnior são:

Marcos Veloso; Adevair Cabral; Orivaldo da Farmácia; Misael Galvão; Chico 2000; Ricardo Saad; Dr Xavier; Júca do Guaraná; Justino Malheiros; Luiz Claudio; Macrean do Santos; Mário Nadaf; Renivaldo Nascimento e Toninho de Souza.

Desses, Toninho de Souza e Misael Galvão são as duas personalidades política, que causaram mais indignação na sociedade cuiabana, que foram expostas através de redes sociais como, os grupos de whatssaap e Facebook.

Durante todo final de semana, os comentários foram de revolta popular, não apenas a favor do vereador Abílio, mas pela considerada injustiça que os 14 parlamentares cuiabanos teriam cometidos.

“Para o povo que utilizou das redes sociais para expressas sua indignação, esses 14 vereadores não serão reeleitos”.

Pelo que tudo indica, a cassação do mandato do vereador Abílio, não acabou com a conclusão da sessão, já que o povo e a questão jurídica, deverá iniciar novos capítulos.

De acordo com relatos dos internautas, o verdadeiro resultado de toda movimentação que foi realizada para cassar o mandato do vereador Abílio Júnior, será apresentado no próximo mês de outubro, com as aberturas e conclusão da apuração dos votos.

Foto: Facebook

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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