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Homem vê “vizinha” nua estendendo roupa e invade casa para cometer estupro

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Da Redação

Um homem de 36 anos, nome não revelado, foi preso durante a noite dessa quinta-feira (14) após invadir a casa de uma mulher, 25, que estava nua no quintal estendendo roupa, e tentar estuprá-la, em Barra do Garças (509 km da Capital).

De acordo com a ocorrência, a vítima foi surpreendida com o tarado em casa, que ao vê-la nua partiu para cima.

A mulher começou a gritar e o acusado a segurou mais forte e disse: “Calma, calma! Não precisa de fazer escândalo”.

Nesse momento a vítima começou a gritar mais alto e a se debater, conseguindo se desvencilhar dos braços do tarado.

O criminoso percebeu que ‘tinha alguém chegando’, um vizinho que teria escutado os gritos e corrido para ajudar. Então o tarado correu na tentativa de fugir.

Alguns populares flagraram o homem seguindo em direção à Rua Douto Valmir. Uma testemunha conseguiu ver quando o acusado entrou numa casa e denunciou à Polícia Militar (PM), acionada pelos vizinhos da vítima.

Os militares seguiram ao endereço, chamaram pelo acusado que em primeiro momento não atendeu, mas, devido à insistência da polícia, saiu de casa.

Durante os questionamentos, o tarado confessou que invadiu a casa da mulher, mas que não tinha intenção de machucá-la e estava apenas ‘dando uma olhada’.

O homem foi detido e encaminhado à Central de Flagrantes, onde a ocorrência foi registrada por crimes de importunação sexual, por praticar contra alguém sem a sua anuência ato libidinoso com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de terceiro, e violação de domicílio. 

O acusado foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, junto do B.O, onde foi ouvido pelo delegado de plantão e colocado à disposição da Justiça.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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