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Homem é preso por estuprar mulher em ponto de ônibus

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Mato Grosso

Da Redação

 

Lázaro Piwara Peruare, 25, foi preso acusado de estuprar um mulher de 35 anos no ponto de ônibus próximo à loja Planeta City Lar, na Avenida Fernando Corrêa, em Cuiabá. O suposto crime aconteceu na madrugada de sábado (22).

De acordo com informações do boletim de ocorrência, a mulher estava no ponto de ônibus aguardando um veiculo do Uber quando Lázaro apareceu e a derrubou. Ele simulou estar com uma arma e consumou o ato.

A vítima também contou à polícia que o suspeito agiu de forma muito violenta, causando hematomas nela e, inclusive, quebrou seus óculos de grau.

Pessoas que passaram pelo local tentaram socorrer a vítima, porém o suspeito colocou a mão na mochila e disse que se alguém aproximasse ele iria atirar.

A polícia, então, foi acionada e, ao chegar ao local, se deparou com o suspeito no ato sexual. Lázaro foi preso em flagrante e encaminhado à delegacia.

Fonte: GAZETA DIGITAL
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Júri do caso Zampieri encerra segundo dia com interrogatórios

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O segundo dia de julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi encerrado na noite desta quarta-feira (30), após cerca de dez horas de sessão no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Os trabalhos foram marcados pelos interrogatórios dos réus e pela análise de pedidos apresentados pela defesa.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do MPMT. A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá.Durante o interrogatório, Antônio Gomes da Silva confirmou ter recebido uma fotografia de Roberto Zampieri quando ainda estava em Belo Horizonte (MG). Em outro momento, questionado sobre o sentimento após o homicídio, respondeu que foi o de “missão cumprida”.Antônio ainda evitou, em depoimento, comentar sobre eventual participação do Coronel Caçadini e confirmou o envolvimento de Hedilerson.O segundo interrogatório foi o de Hedilerson Fialho Martins Barbosa, que negou participação no homicídio, apesar de reconhecer que a arma utilizada por Antônio era sua. Já o terceiro a ser interrogado foi Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas – coronel Caçadini. Ele confirmou que conheceu Antônio Gomes da Silva em setembro de 2023, quando o contratou para realizar uma reforma em seu escritório.Caçadini ainda relatou manter relação próxima com o empresário Aníbal Manoel Laurindo, apontado nas investigações como um dos mandantes do crime. Conforme afirmou, os dois mantinham conversas frequentes.A defesa de Antônio Gomes da Silva requereu a suspensão do julgamento, com o desmembramento do processo em relação ao acusado e sua submissão a incidente de insanidade mental. Alternativamente, pediu que os jurados fossem chamados a deliberar, em quesitos específicos, sobre eventual inimputabilidade ou semi-imputabilidade do réu. Os promotores de Justiça manifestaram-se contra os pedidos, que foram indeferidos pelo José Mauro Nagib Jorge.O julgamento será retomado na quinta-feira (1º), quando terão início os debates entre acusação e defesa perante o Conselho de Sentença, etapa que antecede a deliberação dos jurados e a definição do veredicto.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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