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Homem é amarrado em pilar e agredido por moradores após esfaquear mulher em MT

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Mulher, de 31 anos, levou 10 facadas e foi socorrida ao Pronto-Socorro de Várzea Grande. Moradores amarraram suspeito no pilar e o agrediram.

Da Redação

 

Um homem foi agredido por moradores depois de esfaquear a mulher dele, na madrugada desta segunda-feira (25) em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Segundo a Polícia Militar, Marcos Antônio Pereira, de 34 anos, foi amarrado em um pilar e agredido pelos moradores. A vítima, de 31 anos, levou 10 facadas e foi socorrida ao Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande (PSMVG).

O G1 não conseguiu localizar o advogado de Marcos. Os policiais foram chamados em uma situação de tentativa de homicídio, na Comunidade Sadia 3, zona rural de Várzea Grande. De acordo com a PM, havia uma aglomeração de moradores ao redor do suspeito. A PM o encontrou amarrado em um pilar, com diversos ferimentos pelo corpo.

Moradores disseram aos policiais que Marcos atacou a mulher dele e a esfaqueou. Testemunhas socorreram a vítima até o Pronto-Socorro. Outros moradores souberam da situação, decidiram agredir o suspeito e fugiram antes que os policiais chegassem ao local.

Ainda conforme a PM, os médicos do Pronto-Socorro disseram que a mulher foi atingida por 10 golpes de faca. Até a manhã desta segunda-feira ela continuava internada sob observação médica. Os policiais tentaram levar o suspeito para atendimento médico, mas Marcos recusou ajuda. Ele foi preso e encaminhado para a Central de Flagrantes de Várzea Grande.

Fonte: G1

Foto: Polícia Militar de MT

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Julgamento é retomado com interrogatório dos réus

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O julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi retomado na manhã desta quarta-feira (30), no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Após o encerramento do primeiro dia de instrução, as partes desistiram da oitiva das testemunhas que ainda estavam arroladas para depor, permitindo o avanço da sessão para a fase de interrogatório dos réus.Os trabalhos foram reiniciados com o interrogatório de Antônio Gomes da Silva, apontado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) como o autor dos disparos que resultaram na morte do advogado. Na sequência, também deverão ser interrogados os demais réus, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida (NDV). A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Também integra a acusação, como assistente, o advogado Giovani Santin.Durante o primeiro dia de julgamento, realizado na terça-feira (29), foram ouvidas seis testemunhas, entre elas delegados da Polícia Civil e da Polícia Federal que atuaram nas investigações do caso. As oitivas abordaram a dinâmica do crime, o planejamento da ação criminosa e os elementos probatórios reunidos ao longo da apuração conduzida pelas forças de segurança.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins avaliou o primeiro dia como produtivo no que se refere à instrução e ao esclarecimento dos fatos. Ele destacou o papel do Ministério Público no Tribunal do Júri e criticou estratégias utilizadas para atacar a imagem da vítima.“Estamos defendendo a vida de um ser humano e aqui o Ministério Público tutela o direito à vida de qualquer pessoa, sem fazer qualquer tipo de discriminação. Justificar esse tipo de situação atacando a figura da vítima nada mais é do que uma retórica colocada a serviço da injustiça, da impunidade e daquilo que a sociedade não deseja”, afirmou o promotor de Justiça.O promotor de Justiça Samuel Frungilo lembrou ainda que, segundo a acusação, o envolvimento dos réus como executores e intermediários está demonstrado tanto pelas oitivas das testemunhas realizadas no primeiro dia quanto pelas investigações conduzidas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal. “Essa organização foi contratada para matar Roberto Zampieri, e foi isso que fez”, afirmou.Conforme a denúncia oferecida pelo MPMT, Antônio Gomes da Silva é acusado de executar o homicídio. Hedilerson Fialho Martins Barbosa teria participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas é apontado como integrante da empreitada criminosa.O julgamento prossegue ao longo do dia com os interrogatórios e as demais fases processuais previstas para o Tribunal do Júri.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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