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Homem agride e ameaça ex por não aceitar término

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Da Redação

Um jovem de 27 anos identificado como Jhonathan de Andrade Honorato foi preso na madrugada desta terça-feira acusado de agredir e ameaçar a ex-companheira, segundo as informações o acusado teria ameaçado cortar a cabeça da mulher no Bairro João Bosco Pinheiro em Cuiabá.

Ainda segundo informações o suspeito foi preso recentemente e deveria estar sendo monitorado pela tornozeleira eletrônica, porém o mesmo teria rompido o aparelho para se livrar do monitoramento.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, por volta das 3 horas da manhã a polícia foi acionada e se deslocou até uma casa no bairro, onde, segundo a denúncia um homem estaria tentando invadir a residência da ex-esposa. Ao chegar no local foi constatado que Jhonathan estava em visível estado de embriaguez com uma garrafa de vidro nas mãos ameaçando e ofendendo a ex-companheira.

A vítima relatou aos policiais que o suspeito por não aceitar o término do relacionamento estaria lhe ameaçando, ainda de acordo com a vítima, Jhonathan teria tentado invadir no último domingo (16) a residência após pular o muro, na ocasião o suspeito chegou a agredir a mulher.

Constatado o flagrante o jovem foi encaminhado para a Central de Flagrantes do Bairro Verdão onde irá responder por lesão corporal, ameaça e injúria.

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Município regulariza medição da qualidade da água após TAC

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O Município de Itiquira (a 361 km de Cuiabá) regularizou o monitoramento da potabilidade da água fornecida à população, incluindo a análise de metais pesados e agrotóxicos. A medida atende compromisso firmado com o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da Promotoria de Justiça de Itiquira, em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado em maio deste ano no âmbito da política municipal de saneamento.As amostras foram coletadas em 12 pontos do sistema de abastecimento, sendo 11 locais de captação e a Estação de Tratamento de Água (ETA). Os exames contemplaram todos os parâmetros exigidos pela Portaria GM/MS nº 888/2021, do Ministério da Saúde, e apontaram resultados dentro dos padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação.Segundo a Promotoria de Justiça, as análises realizadas anteriormente não incluíam alguns dos agrotóxicos mais utilizados na região e previstos no Anexo 9 da Portaria GM/MS nº 888/2021. Com a regularização do monitoramento, o controle passa a contemplar esses parâmetros.Além dos exames realizados por laboratório contratado pelo município, a Promotoria de Justiça de Itiquira solicitou ao Centro de Apoio Operacional às Execuções (CAEx) do MPMT a realização de uma contraprova. O objetivo é verificar se os resultados obtidos pelo laboratório privado são confirmados por análise independente.Nesta sexta-feira (2), representantes da Prefeitura de Itiquira, do Ministério Público e o professor doutor Domingos Sávio Barbosa, do Laboratório de Química Ambiental da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), reuniram-se para discutir a possibilidade de implantação de um monitoramento contínuo da qualidade da água, por meio de parceria com a instituição de ensino.Para o promotor de Justiça Claudio Angelo Correa Gonzaga, o avanço representa o cumprimento de uma demanda histórica da instituição e um importante passo para a proteção da saúde pública.“Essa é uma demanda antiga do Ministério Público. Houve compromissos firmados anteriormente e repactuados neste ano, mas o monitoramento era realizado de forma intermitente ou incompleta. Agora, o município avança para regularizar definitivamente a situação. Em um estado com uso intenso de agrotóxicos, é fundamental que a população tenha acesso a informações confiáveis sobre a qualidade da água que consome. O desafio é transformar essas análises em uma rotina permanente e fortalecer a transparência, permitindo que cada cidadão também exerça o papel de fiscal”, destacou.Transparência – Conforme previsto no TAC, todos os relatórios das análises ficarão disponíveis para consulta pública no site da Prefeitura de Itiquira. A medida busca garantir transparência e possibilitar o acompanhamento dos resultados pela sociedade. Eventuais reclamações ou inconsistências identificadas nos relatórios poderão ser comunicadas à Promotoria de Justiça de Itiquira por meio da Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso, inclusive de forma sigilosa.

Foto: Reprodução Instagram.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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