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Grupo com Democratas, MDB, PTB, Progressistas e PSB pode lançar candidato ao senado

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Da Redação

A corrida para a escolha de um nome que deverá concorrer as eleições suplementares para o senado na vaga em aberto após a cassação da senadora Selma Arruda (PODE) por abuso de poder econômico nas eleições de 2018 está movimentando os partidos.

Na noite desta quinta-feira (09), uma reunião com lideranças de alguns partidos na casa do prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB), tratou com mais profundidade o assunto. A visita seria uma espécie de retribuição da família Campos, a visita feita pelo prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) e seu filho, deputado federal Emanuelzinho (PTB) em dezembro de 2019 em Várzea Grande.

Além do senador Jayme Campos (DEM), seu irmão Júlio Campos (DEM) e a esposa e prefeita de Várzea Grande Lucimar Campos (DEM), marcaram presença na reunião o deputado federal Neri Geller (Progressistas) e o deputado estadual Max Russi (PSB).

O principal assunto da noite, teria sido a discussão para a escolha de um nome em comum acordo para concorrer as eleições suplementares para o senado, previstas para acontecer ainda no primeiro semestre de 2020, para tal, um dos critérios escolhidos para definir quem será o candidato seria uma pesquisa eleitoral “Quem tiver melhor posicionamento e queira fechar com este grupo vai para a disputa” afirmou o deputado federal Neri Geller.

Porém, vários são os nomes colocados como pré-candidatos, além de Júlio Campos que já manifestou interesse publicamente em concorrer a vaga, nomes como do deputado estadual Max Russi, tem ganhado força nas últimas semanas. Outro nome alinhado com o grupo que constantemente é especulado para concorrer a vaga, é do presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga, porém ele não participou da reunião desta quinta-feira.

Porém ao que tudo indica, o nome de Júlio Campos é que vem ganhando força, lideranças políticas, sempre que possível, sempre tratam de falar que Júlio seria um bom candidato. Nesta semana, por exemplo, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Eduardo Botelho (DEM) fez questão de exaltar uma possível candidatura de Campos, segundo ele, o governador de Mato Grosso Mauro Mendes (DEM) daria apoio à candidatura própria do Democratas.

Apesar das eleições se aproximarem, as lideranças políticas ainda falam sobre o assunto com bastante cautela, o fato, é que outras reuniões do tipo deverão ser realizadas nos próximos meses, a próxima, já estariam marcada para a semana que vem, onde o assunto deverá se aprofundar ainda mais.

Foto: Divulgação

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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