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Foi sancionada a Lei que reajusta o salário dos agentes de saúde em Várzea Grande

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Da Redação.

Foi sancionada nesta terça-feira (02.06) a Lei Complementar n° 4.609/2020 de autoria do Poder Executivo que garante o reajuste salarial para os agentes de saúde e de combate a endemias. Consta da norma, que os profissionais recebiam o salário de R$ 1250,00. Agora passarão a receber o vencimento no valor de R$ 1400,00 mil de forma retroativa desde o mês de janeiro de 2020.

A sanção veio após a aprovação da norma por unanimidade pela Câmara Municipal de Várzea Grande, na sessão ordinária do dia (20.05).

Conforme o líder do Poder Executivo, o vereador Pedro Paulo Tolares – Pedrinho (DEM), neste período de pandemia é relevante que os profissionais sejam reconhecidos. “Todos os vereadores, como também o Poder Executivo está em defesa dos nobres funcionários públicos de todas as áreas, entre eles os agentes de saúde”, destaca Tolares.

O vereador Ícaro Reveles (PDT) relatou que foi uma grande vitória de todos os parlamentares. “A Câmara Municipal teve papel fundamental na mudança da lei do piso salarial dos agentes. Verificamos um erro na primeira proposta. Logo depois entramos em contato com a categoria através da nossa Frente Parlamentar, provocamos a reunião da Associação com o Poder Executivo para chegarmos a um resultado final garantindo os direitos dos servidores”, declara.

Foto: Câmara de VG

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Governo libera R$ 5,2 bilhões para reforçar assistência social e saúde

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O Ministério do Planejamento e Orçamento autorizou nesta quarta-feira (27) a liberação de crédito suplementar de R$ 5,166 bilhões nos orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União para reforçar despesas de diversos órgãos do Executivo.

De acordo com a Portaria nº 485/2026, os recursos serão remanejados por meio da anulação de dotações orçamentárias já existentes.

A maior parcela do crédito, de R$ 4,726 bilhões, será destinada ao Fundo Nacional de Assistência Social para o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) à pessoa com deficiência e da Renda Mensal Vitalícia (RMV) por invalidez. O valor representa cerca de 90% do montante total autorizado.

Os maiores destinatários do crédito suplementar são:

  1. benefício de Prestação Continuada (BPC) e RMV por invalidez: R$ 4,7 bilhões;
  2. assistência farmacêutica do SUS: R$ 387,6 milhões;
  3. preservação e acesso ao patrimônio cultural da saúde: R$ 653,3 mil;
  4. ensino profissional marítimo militar: R$ 27,4 milhões;
  5. projetos de desenvolvimento sustentável local integrado: R$ 10,6 milhões;
  6. administração do Ministério da Agricultura: R$ 10,9 milhões;
  7. auxílio-moradia de agentes públicos do Ministério da Justiça: R$ 463 mil;
  8. sentenças judiciais da Nuclebras Equipamentos Pesados (Nuclep): R$ 2,3 milhões.

Saúde

O valor destinado ao Fundo Nacional de Saúde serão usados na assistência farmacêutica do Sistema Único de Saúde (SUS). Os recursos servirão tanto para aquisição e distribuição de medicamentos da atenção básica quanto para o fornecimento de medicamentos de componente especializado em diversos estados.

Entre as unidades da Federação que receberão os maiores reforços estão:

  • São Paulo, com R$ 66 milhões; 
  • Paraná, com R$ 56,9 milhões; 
  • Rio Grande do Sul, com R$ 48,2 milhões; 
  • Minas Gerais, com R$ 30,4 milhões; 
  • Goiás, com R$ 26,4 milhões.

Remanejamento de recursos

Segundo o texto, a abertura do crédito suplementar será viabilizada por meio da anulação de dotações de diversos órgãos e programas federais.

Entre as principais fontes dos recursos estão valores destinados a subvenções econômicas para operações agropecuárias, transferências do setor energético, despesas de pessoal de diferentes órgãos federais e programas da área de saúde.

Também foram canceladas dotações relacionadas a aposentadorias e pensões civis da União em universidades federais, institutos federais de educação e hospitais universitários, além de recursos originalmente destinados a benefícios previdenciários, assistência social, defesa nacional e outras ações governamentais.



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