Mato Grosso

Firmada parceria entre ALMT e Aprosoja para arrecadar alimentos

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Mato Grosso

Cem mil famílias carentes serão beneficiadas em Mato Grosso

Da Redação

Mais uma ação beneficente será realizada para levar alimentos à mesa de quem mais precisa. Esse é o objetivo da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja) que firmaram a parceria para mobilizar o setor produtivo e arrecadar cem mil cestas básicas que serão distribuídas em Mato Grosso.  

Para isso, será lançada nos próximos dias uma campanha de mobilização, conforme encaminhamentos feitos nesta quarta-feira (9), durante reunião com o presidente da Aprosoja, Fernando Cadore; o diretor, Wellington Andrade e o presidente da ALMT, Max Russi (PSB), o primeiro-secretário, Eduardo Botelho (DEM), e a deputada Janaina Riva (MDB), no Plenário da Casa de Leis.

“Fizemos o convite e nos procuraram para firmar essa parceria para que possamos atender as pessoas que estão passando por dificuldades, por falta de emprego, por não ter comida na panela. Então, vamos fazer um grande trabalho juntos para fornecer cestas básicas. Nossa meta é ousada, inicialmente queremos atender 100 mil famílias, quem sabe até ultrapassar essa quantia”, disse Botelho, que defende a participação do setor produtivo no combate à fome, especialmente, no momento em que muitos padecem em decorrência dos reflexos da pandemia.

Assim como a Assembleia Social leva ajuda para os menos favorecidos, a Aprosoja também tem o Agrosolidário, ação social com três frentes de atuação: distribuição de alimento à base de soja; orientação nutricional para mães de baixa renda; e ajuda financeira para iniciativas culturais que dão oportunidades às crianças carentes.

“A parceria com a Assembleia vem no sentido de somar também, essa contrapartida de cada cesta doada pelos produtores, ela vai colocar outra é muito importante para atender muito mais pessoas”, destacou Cadore.  

A ALMT também é parceira do governo do estado na distribuição de alimentos. Recentemente, 1,5 mil famílias do bairro Pedra 90, em Cuiabá foram contempladas. Além dos recursos destinados para o programa Ser Família Emergencial, auxílio de R$ 150, por cinco meses, para 100 mil famílias de baixa renda que passam dificuldades por conta da pandemia da Covid-19.  

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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