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Fazenda de Erai Maggi é invadida por bandidos

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Mato Grosso

Da Redação

Na madrugada desta segunda-feira (17) uma das fazendas do empresário Erai Maggi, a Fazenda Bom Futuro localizada em Campo Verde (130 km de Cuiabá) foi invadida por bandidos.

Segundo as informações os bandidos roubaram um caminhão carregado com defensivos agrícolas avaliado em mais de R$ 2 milhões. A polícia chegou até o caminhão após ter acesso às informações do rastreador do veículo e conseguiu recupera-lo juntamente com toda a carga, porém os suspeitos conseguiram fugir.

O veículo foi localizado na comunidade Olho D’Água, na cidade de Santo Antônio do Leverger (35 km de Cuiabá), as guarnições da Polícia Militar encontraram o caminhão na entrada da referida comunidade.

Os policiais deram ordem de parada para o motorista do caminhão, ordem esta que não foi obedecida pelos bandidos que após uma intensa perseguição abandonaram o veículo e fugiram a pé por uma região de mata.

Os policiais fizeram buscas pela região na expectativa de localizar os suspeitos, porém até o fechamento desta reportagem nenhum dos suspeitos havia sido localizado.

Foto: Editora Globo

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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