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Fábio Tardin é reeleito presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande – “Unanimidade”

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Da Redação.

Assim como já era esperado, o vereador reeleito, Fábio Tardin (DEM) disputou novamente a presidência da Câmara Municipal de Vereadores de Várzea Grande, quando foi eleito por unanimidade, com os 21 votos, durante a sessão solene, realizada na tarde da última sexta-feira, 01 de janeiro de 2020.

Como Fabinho já tinha presidido a Casa de Leis, da “Cidade Industrial” na legislatura passada, ele disse que não tinha intenções de disputas neste mandato, porem, após a visita de 11 parlamentares, declarando apoio a continuidade da sua gestão, Tadin decidiu colocar seu nome a disposição, mais uma vez.

Em seu discurso, o vereador e presidente reeleito lembrou da época em que exerceu a profissão de gari, e hoje é presidente pelo segundo mandato consecutivo da Câmara Municipal.

Fabinho ainda fez questão de ressaltar que eleição da Mesa Diretora foi amplamente discutida entre os vereadores, que em momento algum, houve interferência do poder executivo municipal, mostrando assim, independência entre os poderes.

“Quero agradecer a todos que colaboraram para minha reeleição, tanto para vereador, e presidente da Casa, já trabalhamos muito, e vamos trabalhar muito mais, para atender os nossos servidores, os nossos  vereadores que tem a missão de representar e trabalhar pelo nosso povo de Várzea Grande”, disse Tardin.

A composição da Mesa Diretora para os próximos dois anos, ficou da seguinte forma:

Fábio Tardin como presidente, Rogerinho Dakar (PSDB) como 1º vice-presidente; Braz Jaciro (PROS), como 2º vice-presidente; Bruno Rios (PSB), como 1º secretário; e Gisa Barros (DEM), como 2ª secretária.

 

Foto: assessoria

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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