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Escola Estadual Ramon Sanches arrecada alimentos para o Hospital do Câncer

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Da Redação

Alunos da Escola Estadual de Tempo Integral Ramon Sanches Marques, do município de Tangará da Serra (localizada a 239 quilômetros de Cuiabá), participaram de uma campanha de arrecadação de leite condensado e gelatina em prol do Hospital do Câncer de Mato Grosso. Os alunos, acompanhados dos professores responsáveis pela iniciativa, estiveram em Cuiabá nesta quinta-feira (28.11) para fazer a doação dos alimentos ao hospital. Foram arrecadados em torno de 5.200 produtos.

A iniciada da campanha foi do professor de história e da disciplina eletiva “Cidade Cidadã” Cleber Junior Ferreira, em parceria com a professora de química e prática experimental Daiane Aparecida Souza.

Segundo Daiane Souza, a ideia inicial era arrecadar esses produtos alimentícios para que os alunos, da disciplina eletiva, desenvolvessem o sentimento de solidariedade e cooperação.

“Mas a ideia foi além, a partir disso foi criado uma gincana em que a sala que mais arrecadasse esses produtos ganharia como prêmio um passeio a Cuiabá e ainda entregaria os alimentos ao hospital”, explica a professora.

A campanha teve duração de dois meses, com início no mês de agosto e encerramento em novembro. Participaram da gincana 10 turmas da escola, tendo como meta inicial a arrecadação de 2.200 produtos. A turma ganhadora foi a do 1º Ano C, que arrecadou o maior número de alimentos.

“Com o projeto ‘Doce Vida’ conseguimos desenvolver nos alunos a solidariedade, a união e trabalhar a interdisciplinaridade, auxiliando na matemática e em português, entre outras disciplinas”, ressalta Cleber Ferreira

“Foi muito gratificante e os alunos amaram toda a campanha e querem que ela seja repetida nos próximos anos”, concluiu a professora Daiane.

Foto: Secom-MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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