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Escola Estadual Barão de Melgaço passará por reforma e ganhará novo prédio

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Mato Grosso

Da Redação

A Escola Estadual Barão de Melgaço, localizada em Cuiabá, ganhará um prédio novo. O Governo do Estado já iniciou a elaboração do projeto para a execução de uma escola moderna e atrativa, que será construída no bairro Dom Aquino.

O projeto está sendo elaborado pela Secretaria de Infraestrutura e Logística (Sinfra) em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc). A previsão é que o processo de licitação seja realizado no mês de março.

A unidade será contemplada com 16 salas de aula, laboratório de informática e biblioteca, cozinha e refeitório, sala de apoio, banheiros, parte administrativa e adequações de acessibilidade. Além da parte estrutural, a escola também será beneficiada com móveis e equipamentos novos.

Atualmente, a EE Barão de Melgaço atende 320 alunos do 3º ao 9º ano. Segundo a secretária de Estado de Educação, Marioneide Kliemaschewsk, durante o ano letivo de 2020, período em que será executado a obra de construção da nova unidade, esses alunos continuarão no prédio da Escola Nilo Póvoas, que também passará por reforma para abrigar o Centro de Referência em Educação Inclusiva. A obra da Nilo Póvoas será dividida em etapas sem causar prejuízos para os alunos da Barão.

Previsão para iniciar no segundo semestre de 2020, a obra de reforma da Nilo Póvoas também está em fase de elaboração de projeto. O valor estimado para a reforma é de R$ 3 milhões e, após início da obra, prazo de execução de 12 meses.

“Os projetos do novo prédio da Barão de Melgaço e do Centro de Referência estão em elaboração. As obras serão realizadas simultaneamente, ou seja, as duas obras vão andar juntas”, explica o secretário adjunto Executivo da Seduc, Alan Porto.

O antigo prédio da escola Barão de Melgaço, localizada no bairro Dom Aquino, pertence à Superintendência de Patrimônio da União em Mato Grosso e está em processo de devolução. O imóvel foi cedido ao Estado de Mato Grosso por meio de um termo de cessão de uso gratuito. O novo prédio da unidade escolar será construído em outro terreno, que pertence ao Estado.

Foto: Seduc-MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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