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Empresário é morto por sargento da PM após discussão em chácara

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Da Redação

Um empresário da cidade de Lucas do Rio Verde (450 km de Cuiabá), identificado como Pedro Pegorini, foi morto a tiros na tarde desta terça-feira (25) após uma confusão envolvendo um sargento da Polícia Militar.

De acordo com as informações, o empresário e o sargento estavam em um evento que era realizado em uma chácara às margens do Rio Borges, que fica entre os municípios de Tapurah e Itanhangá, em determinado momento houve uma discussão com troca de ofensas, momento em que o suspeito teria disparado contra Pedro.

Após ter disparado por três vezes contra o empresário, o sargento fugiu do local, já o empresário recebeu atendimento médico, porém, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito antes de ser encaminhado para uma unidade hospitalar.

As causas da discussão que resultaram nos disparos ainda são desconhecidas, até o fechamento desta matéria o sargento não havia se entregado ou sido preso pela polícia.

Pedro Pegorini era um dos pioneiros da cidade de Lucas do Rio Verde e era empresário do ramo funerário, de acordo com as informações ele seria o proprietário da primeira funerária da cidade. Atualmente, a empresa vinha sendo administrada pelo filho, o empresário apenas trabalhava em uma fazenda que pertence a família.

A Polícia Judiciária Civil (PJC) investiga o crime.

Foto: Reprodução

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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