Mato Grosso
Empresário e ex-sócio do Governador de MT testa positivo para o Covid-19 e aguarda resultado da contraprova
Mato Grosso
Da Redação
O empresário e ex-sócio do governador Mauro Mendes (DEM), Valdinei de Souza, de 50 anos, retornou de uma viagem dos Estados Unidos recentemente é a nova vítima diagnosticada com novo coronavírus – Covid-19, confirmada pelo Hospital Santa Rosa, em Cuiabá. O atual estado de saúde do paciente é estável e ele deverá ser submetido ao exame de contraprova. O empresário do ramo de mineração também esteve no Estado de São Paulo e Belo Horizonte.
Na segunda-feira (16), o Hospital confirmou o primeiro caso da doença na Capital, um morador de Cuiabá de 48 anos que chegou recentemente da Itália. Por meio de nota, o hospital informou que o paciente admitido na última segunda-feira (16) com sintomas semelhantes aos do Covid-19, cuja infecção viral foi confirmada em uma primeira prova do teste PCR em tempo real, não apresenta sintomas como falta de ar, expectoração, tosse, falta de apetite ou cansaço.
O paciente permanece internado na unidade, em isolamento, para acompanhamento da evolução do quadro, e aguarda a contraprova
Uma mulher de 59 anos também foi confirmada com a doença em Rondonópolis. Ela foi diagnosticada com a doença na terça-feira (17), pela Secretaria Municipal de Saúde de Rondonópolis. A paciente está internada na rede privada de saúde. O seu estado de saúde não foi divulgado.
No entanto, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) mesmo com os casos confirmados pelas unidades, informa que, não oficializou a confirmação de casos de coronavírus em Mato Grosso porque aguarda resultado dos exames de contraprova.
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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