Mato Grosso

Eleição ao Senado: com racha iminente e outros objetivos DEM e MDB definem seus pré-candidatos

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Da Redação

DEM e MDB, dois dos maiores partidos políticos em Mato Grosso, com várias lideranças, ainda não demostraram bom senso, e partem para um iminente racha, devido as dificuldades nas escolhas dos seus representantes, para disputar a próxima eleição ao Senado Federal.

O DEM, que tem como as duas maiores estrelas, o senador Jayme Campos e o governador Mauro Mendes, supostamente estaria rachado, por conta da pré-candidatura do ex-governador, Júlio José de Campos que já se declarou pré-candidato ao senado.

Neste caso, o entrave seria pelo apoio do governador Mauro Mendes ao pré-candidato do partido DEM, Júlio Campos. Segundo informações de bastidores, o governador já teria firmado compromisso em apoiar o empresário, Otaviano Pivetta (PDT), que também está pleiteado disputar a vaga que deverá ser deixada pela senadora Selma Arruda.

A “saia justa não é uma exclusividade do DEM, já que o MDB, partido que tem como suas principais lideranças o deputado federal Carlos Bezerra, presidente do partido em Mato Grosso, e o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro.

No MDB, pelo que tudo indica, a sigla também não conseguiu homogeneizar o seu apoio, para apenas um candidato, já que existe uma ala que pretende apoiar a pré-candidatura de Otaviano Pivetta, como também, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro e outros aliados, já demonstraram a tendência em apoiar a pré-candidatura o ex-governador Júlio José de Campos.

Rachados ou não, os dois partidos demonstraram que prevalece a democracia, e os dois nomes, tanto Otaviano Pivetta, como Júlio Campos deram uma prévia do será esta campanha ao senado, montado dois times com potencial para vencer.

Mesmo com a senadora, Selma Arruda utilizando dos caminhos das Leis, percurso que uma juíza aposentada conhece muito bem, para adiar a sua saída do Senado Federal, evitando a vacância do cargo, deixando Carlos Fávaro, cada dia mais ansioso para ocupar a vaga. E com o Governo do Estado que até pediu a suspenção da eleição suplementar para o Tribunal Regional Eleitoral, alegando altos custos para os cofres públicos, cerca do R$ 8 milhões, o Tribunal Superior Eleitoral, já determinou nova eleição a senador em Mato Grosso.

Desta forma, como eleição já está marcada para o dia, 26 de abril de 2020, restando pouco mais de um mês, nesta semana, os grupos devem apresentar as definições com os seus pré-candidatos.

 

Foto: Sescon DF

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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