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Disputa da Mesa Diretora da Capital pode ganhar novos integrantes

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Da Redação.

Na sequência do resultado do segundo turno eleitoral da Capital, as “peças do tabuleiro” já começaram a movimentar, para compor o comando da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Cuiabá.

Para quem convive no mundo da política, sabe da importância do poder executivo municipal ter a maioria dos vereadores na base aliada, como também, a formação da Mesa Diretora, já que as agilidades dos “Projetos”, dependem exclusivamente das primeiras ações e análises, debates e aprovações dos vereadores, do contrário, o desenvolvimento da cidade para.

Dos 25 vereadores eleitos, onze (11) são veteranos, desses, apenas Diego Guimarães (Cidadania) não faz parte da base aliada do prefeito Emanuel Pinheiro (DEM), porém, dos novos integrantes, já existem rumores de três vertentes, a primeira com pessoas interessadas em compor a base, na segunda existe a ala dos neutros ou centro, e para finalizar, a terceira, com vereadores eleitos com intensão de fazer parte da oposição.

Neste contexto, tudo indica que na próxima gestão, Emanuel não terá a maioria dos vereadores na base, pelo contrário, a tendência segue para uma legislatura equilibrada entre a base, centro e oposição.

Como a hegemonia da base não será a mesma para a próxima legislatura, a disputa pelos integrantes da Mesa Diretora já ficou acirrada, principalmente entre os veteranos e novatos.

Foto: Assessoria.

De acordo com informações de bastidores, para oxigenar os comandos da Casa de Leis cuiabana, foram cogitados vários nomes, principalmente dos novos eleitos, porém, segue supostamente um consenso entre os vereadores eleitores, Demilson Nogueira (PP) e Michelly Alencar (DEM).

Foto: facebook

Existem rumores de que até uma composição entre Demilson e Michelly já estaria sendo estudada, para deixar no passado, a imagem que hoje a população de Cuiabá tem da Câmara Municipal.

Vereadores:

Diego Guimarães (Cidadania) – 4.179 votos (reeleito)

Marcrean Santos (PP) – 3.729 votos (reeleito)

Adevair Cabral (PTB) – 3.622 votos (reeleito)

Demilson Nogueira (PP) – 3.270 votos

Marcus Brito Jr (PV) – 3.194 votos

Dilemário Alencar (PODE) – 3.052 votos (reeleito)

Eduardo Magalhães (Republicanos) – 2.996 votos

Edna Sampaio (PT) – 2.902 votos

Michelly Alencar (DEM) – 2.841 votos

Renivaldo Nascimento (PSDB) – 2.606 votos (reeleito)

Mario Nadaf (PV) – 2.434 votos (reeleito)

Sargento Joelson (Solidariedade) – 2.199 votos (reeleito)

Didimo Vovô (PSB) – 2.122 votos

Luiz Fernando (Republicanos) – 2.060 votos

Pastor Jeferson (PSD) – 2.045 votos

Juca do Guaraná Filho (MDB) – 2.021 votos (reeleito)

Coronel Paccola (Cidadania) – 2.009 votos

Rodrigo Arruda e Sá (Cidadania) – 2.000 votos

Paulo Henrique (PV) – 1.884 votos

Wilson Kero Kero (Pode) – 1.794 votos (reeleito)

Lilo (PDT) – 1.757 votos (reeleito)

Cezinha Nascimento (PSL) – 1.648 votos

Kassio Coelho (Patriota) – 1.488 votos

Sargento Vidal (PROS) – 1.424 votos

Chico 2000 (PL) – 1.281 votos (reeleito)

Foto: Assessoria Câmara CBA

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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