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Definidos três blocos Parlamentares da ALMT

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Da Redação

Nesta quarta-feira (19) A mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), publicou no Diário Oficial Eletrônico Ato nº 2/2020 – a formatação de três Blocos Parlamentares do 2º ano da 19ª Legislatura.

O Bloco Assembleia Forte tem em sua composição 14 parlamentares, de nove partidos diferentes – todos considerados da base do governo Mauro Mendes (DEM). O líder do bloco é o deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), que também é líder do governo no Parlamento estadual.

O outro bloco é denominado Resistência Democrática. O bloco tem seis deputados, de quatro partidos diferentes. A líder é a deputada Janaina Riva (MDB). Segundo o deputado Lúdio Cabral (PT), o bloco garante a participação de seus membros nas 13 comissões permanentes da Assembleia Legislativa.

Já o Bloco Parlamentar Unidos tem o deputado Dr. Eugênio (PSB) como líder. Agora com as indicações dos blocos, os líderes definem os nomes dos parlamentares que vão compor cada uma das 13 comissões permanentes. Mas isso geralmente acontece depois de um acordo firmado entre eles.

Cada bloco deve ser composto por duas ou mais siglas e ter no mínimo um sexto da composição da Assembleia Legislativa, ou seja, quatro deputados

Veja como ficou a formação dos três blocos parlamentares:

 

I – Bloco Assembleia Forte: II – Bloco Resistência Democrática:   III – Bloco Parlamentar Unidos:
 

Dilmar Dal Bosco (DEM) – líder

Carlos Avallone (PSDB)

Dr. João Matos (MDB)

Xuxu Dal Molin (PSC)

Eduardo Botelho (DEM)

Dr. Gimenez (PV)

Ondanir Bortolini – Nininho (PSD)

Paulo Araújo (PP)

Romoaldo Júnior (MDB)

Sebastião Rezende (PSC)

Sílvio Favero (PSL)

Thiago Silva (MDB)

Ulysses Moraes (DC)

Wilson Santos (PSDB)

 

 

Janaina Riva (MDB) – líder

Delegado Claudinei (PSL)

Elizeu Nascimento (DC)

João Batista (Pros)

Lúdio Cabral (PT)

Valdir Barranco (PT)

 

 

Dr. Eugênio (PSB) – líder

Faissal Calil (PV)

Max Russi (PSB)

Valmir Moretto (Republicanos)

 

 

Foto: ALMT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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