Mato Grosso
Coleta de lixo na capital terá horário alterado durante as festas de fim de ano
Mato Grosso
Da redação
A Prefeitura de Cuiabá informa à população que, em razão das datas comemorativas e feriados de fim de ano, a jornada de trabalho da coleta urbana de resíduos será alterada. De acordo com o comunicado enviado ao Município, pela empresa Locar Gestão de Resíduos, o serviço sofrerá mudanças nos dias 24, 25, 31 de dezembro de 2019 e 1º de janeiro de 2020.
Segundo o Decreto 6.978/18, os dias 24 e 31 de dezembro são pontos facultativos. Sendo assim, nestas datas, a coleta diurna será realizada entre às 5h e às 13h20 e a noturna das 14h às 22h20. Já nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro, considerados feriados nacionais, o expediente será suspenso, assim como em todos os departamentos da Administração Pública.
Por conta da medida, a Secretaria de Serviços Urbanos orienta a população a redobrar a atenção quanto à realização da coleta, colocando os resíduos para o recolhimento apenas nos dias em que o serviço é comumente executado em seu bairro. Dessa forma, levando em consideração o período chuvoso, é possível evitar que o material seja levado pela água e obstrua os bueiros da cidade.
A Secretaria também destaca que, posterior a essas datas, o serviço voltar a ser prestado em sua normalidade, seguindo os dias e horários de cada comunidade estabelecidos na programação. A Serviços Urbanos reforça ainda que qualquer problema com relação a coleta de resíduos, o cidadão tem à sua disposição os telefones 0800 002 02 02 e (65) 3645-5518.
Fonte: Secom-Cba / Foto: Luiz Alves
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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