Mato Grosso

Caso suspeito do coronavírus em Mato Grosso é descartado

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

Um caso suspeito do novo coronavírus em Mato Grosso havia sido anunciado na manhã desta sexta-feira (07), em Rondonópolis (218 km de Cuiabá). Uma mulher de 34 anos que não teve a identidade revelada está internada no Hospital Regional de Rondonópolis e apresentava os sintomas do vírus, porém a possibilidade de ela ter contraído o vírus após uma viagem para a Ásia foi descartada nesta tarde.

De acordo com a Secretaria de Saúde local, a paciente deverá receber alta ainda hoje, já que apresentou significativa melhor e não se encaixa nos requisitos para ter seu quadro considerado suspeito, a mesma não teria apresentado febre e nem outros sintomas como tosse e dificuldade para respirar.

Ainda de acordo com o órgão, a paciente realizou uma viagem para a Ásia, mas não esteve em Wuhan, na China, onde o vírus se manifestou a cerca de um mês e meio. Ela ficou mantida em quarentena desde que deu entrada na unidade hospitalar, durante o período que ficou internada, materiais foram coletados e encaminhados para um laboratório no Rio de Janeiro.

O secretário de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo, já havia descartado a possibilidade mais cedo, segundo ele, este caso nem se quer era suspeito, já que uma equipe estadual de saúde analisou a paciente e foi contatado que a mesma não apresentava os sintomas. “Sequer é um caso suspeito. Nossa equipe analisou. Ela [paciente] não apresenta nenhuma das três alternativas para tornar isto um caso de investigação. Muito provavelmente é uma crise respiratória. A paciente não teve febre desde que chegou ao país e nem contato com alguém que tenha sido diagnosticado com a doença”. Disse Figueiredo.

Este era o primeiro caso suspeito da doença em Mato Grosso, até o momento existem dezesseis casos suspeitos do vírus estão sendo monitorados em todo o Brasil, porém até o momento não houve nenhum caso confirmado.

Foto: Internet

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

Publicados

em


Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA