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Câmara e Assembleia Legislativa se reúnem para alinhar ações em favor de Várzea Grande

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Da Redação.

Os vereadores por Várzea Grande se reuniram com deputados estaduais em busca de alinhar ações em favor do desenvolvimento do município. O encontro foi realizado nesta quarta-feira (27.01) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). 

Em sua fala, o presidente do Legislativo várzea-grandense, o vereador Fábio José Tardin – Fabinho (DEM), relata que Várzea Grande é o município que mais sofreu com as obras inacabadas do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). “Infelizmente nobres deputados, o VLT quebrou a Avenida da FEB, que é um dos cartões postais do nosso Estado. Quando alguma pessoa vem para Mato Grosso por meio do Aeroporto, encontra uma avenida fantasma. Por isto, peço que iniciem a obra do BRT pelo nosso município. Precisamos dos Poderes Legislativo e Executivo Estadual trabalhando também por Várzea Grande”, destaca Fabinho.

O presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Eduardo Botelho, declara que o Legislativo mato-grossense irá atuar junto com a Câmara Municipal de Várzea Grande em diversos assuntos. “Temos que estar alinhados para atuarmos em conjunto em favor da população. Fabinho e os demais vereadores estão de parabéns por estarem aqui conversando conosco em busca de recursos e discutindo assuntos do município. Vamos trabalhar juntos em favor do meio ambiente, de infraestrutura, da cultura e de outros segmentos importantes”, destaca Botelho.

Estavam presentes os vereadores: Fabinho, Gisele Aparecida de Barros – Gisa Barros (DEM), Pablo Pereira (DEM), Rosy Prado (DEM), Bruno Rios (PSB), Mauro da Saúde (PSB), Carlinho Figueiredo (Republicanos), Paulo Silva (Republicanos), Sargento Galibert (PSL), Enfermeiro Emerson (PP), Alessandro Moreira (PP), Professora Eucaris (MDB), Jero Neto (MDB), Sardinha (PTB), Joaquim Antunes (PSDB), Hilton Gusmão (PV), Braz Jaciro (Pros).

Entre os deputados estavam presentes, Eduardo Botelho (DEM), Professor Alan (PDT), Carlos Avalone (PSDB) e Wilson Santos (PSDB).

Foto: assessoria

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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