Mato Grosso

Botelho, Janaina e Maxi são eleitos para gerir a Assembleia de 2021 a 2023

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação: Lauro Nazário.

Consenso entre a maioria do deputados elegeu a chapa composta por Eduardo Botelho (DEM) como presidente, Janaina Riva (MDB) vice-presidente e Maxi Russi (PSB) como primeiro secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa.

“A eleição foi realizada na manhã desta quarta-feira, dia 10.06, durante a sessão, onde contou com a presença maciça dos 24 deputados”.  

A chapa denominada de “União e Trabalho” foi eleita com 22 votos, que irá comandar a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, entre os anos de 2021 a 2023.

“Votação: 22 votos favoráveis, 1 voto contra e uma abstenção”.

O presidente eleito, deputado Eduardo Botelho disse que vai dar continuidade ao trabalho que vem sendo feito com a população, mas que tem como prioridade, de viabilizar condições para os pequenos empresários se recuperarem dos prejuízos causados pela pandemia do coronavírus.

“Temos que apresentar muitas propostas para os pequenos, eles precisam agora de capital”.

Botelho ainda falou que mudanças na estrutura organizacional serão realizadas no próximo ano, como forma de evitar a centralização do poder.

ALMT

O primeiro secretário Maxi Russi disse que o trabalho da Assembleia para o próximo biênio é proporcionar condições para geração de emprego e renda, apoiando principalmente as empresas mais afetadas neste período de pandemia.

“Temos que continuar fazendo uma gestão que contribui para o desenvolvimento do estado, para melhorar as condições de vida da nossa gente”, disse Maxi.

O deputado Maxi defendeu que os investimentos do estado sejam concentrados na saúde e geração de emprego e renda.

Foto: ALMT

Já a deputada Janaina Riva agradeceu os votos dos deputados, e disse que um discursos mais elaborado será realizado em 2021, porque neste momento existem muitos projetos para serem apreciados.

A unanimidade dos deputados ficou marcada nos discursos, com as preocupações para fomentar a economia, incentivando a geração de emprego e renda, como também, os investimentos que devem ser realizados no saúde.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

Publicados

em


Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA