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Barranco pode ser o candidato petista para o Senado

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Da Redação

Com a chegada do período de definições para as candidaturas para as Eleições Suplementares do Senado Federal, previstas para ocorrer no dia 26 de abril, os partidos políticos já articulam suas candidaturas.

O Partido dos Trabalhadores (PT) deve lançar como candidato o deputado estadual Valdir Barranco, já que outros dois nomes já desistiram de concorrer, um desses nomes é do também deputado estadual Lúdio Cabral, que apesar de grandes movimentações de setores do partido que apoiavam sua candidatura afirmou que irá se dedicar ao seu mandato como deputado, outro nome que também era cotado, o ex-deputado federal Carlos Abicalil.

Em uma carta divulgada neste domingo (23), Abicalil afirmou que a melhor opção para o partido seria um dos dois deputados estaduais do partido (Lúdio ou Barranco). “Estou convicto de que chegamos a melhor proposição para o patamar de acumulação política e de vitória eleitoral que o momento aponta: Barranco é o nosso candidato às eleições extraordinárias. Já estou em campanha pela nossa vitória. Como em todas as ocasiões anteriores, estamos em ação e de prontidão, zelando pela democracia do PT, atuando no cenário externo e aferindo detidamente cada movimento do tabuleiro político”, escreveu.

Abicalil lembrou ainda do episódio em que foi prejudicado nas eleições de 2010 quando ocorreu uma falsificação de uma ata. “Temos, diante de nós, o incontestável brilho dos mandatos municipais conquistados tão duramente em 2016, a consolidação do mandato do Barranco, que queriam arrancar de nós através das artimanhas jurídicas que lhe subtraíram dois anos por injustiça explícita”, escreveu, em alusão  ao episódio da disputa e recontagem com Pery Taborelli, que chegou a assumir o mandato no lugar dele, até o julgamento pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na época.

A definição deve acontecer já na próxima sexta-feira (28), onde os partidários irão se reunir para definir quem de fato será o candidato da sigla para as eleições.

foto:  ALMT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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