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Após reforma, Hospital Metropolitano retoma cirurgias

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Da Redação

Após passar por obras de readequação e modernização em sua estrutura, o Hospital Metropolitano, em Várzea Grande, retoma as atividades de forma parcial, com a realização de cirurgias bariátricas, nesta segunda-feira (27.01). Para realizar os serviços de recuperação predial na unidade referência em cirurgia da obesidade, o Governo de Mato Grosso investiu cerca de R$ 1 milhão.   

Durante o período de obras, o hospital manteve atendimentos ambulatoriais, mas agora retoma a capacidade de procedimentos cirúrgicos e deverá, em 30 dias, realizar um esforço concentrado nas seguintes especialidades: Cirurgia Bariátrica; Colangiopancreatografia Retrógrada Endoscópica (CPRE) e Cirurgia Geral.

Apesar da reabertura dos serviços, outras etapas da obra de modernização continuarão sendo executadas na unidade de saúde.

De acordo com a direção da unidade, atualmente 90 pacientes, que correspondem à lista dos meses de novembro, dezembro de 2019 e janeiro deste ano, estão aguardando para realizar a cirurgia bariátrica.

Esse quantitativo foi gerado devido ao tempo em que o centro cirúrgico do hospital passou por readequações. O Hospital realiza até 30 cirurgias bariátricas mensais.

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, visitou o hospital na manhã de domingo (26.01) para conferir o andamento da realização dos serviços de reforma.

“Essa ação é parte do programa de modernização da infraestrutura da rede hospitalar do Governo do Estado. Estamos fazendo uma grande transformação no Hospital Regional Metropolitano, unidade que atende às demandas de todo o Estado, sobretudo da baixada cuiabana”, disse o secretário.

As readequações abrangeram os espaços internos da recepção, setor administrativo, pronto-atendimento, ambulatório, centro cirúrgico, UTI, CME e enfermarias. As obras foram realizadas conforme normas vigentes do Ministério da Saúde e apontamentos de inspeções realizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a fim de habilitar o hospital como referência na realização de cirurgia bariátrica.

Foto:  Christiano Antonucci

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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