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Após denuncia polícia prende dois com 18 tabletes de maconha em Várzea Grande

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Da Redação

Nesta quinta-feira (04) dois homens foram presos pela Polícia Judiciária Civil em Várzea Grande, Fabricio Benedito dos Santos de 27 anos e Felipe da Silva Gomes de 33 anos foram presos após uma abordagem, segundo as informações, foram encontrados no porta malas do veículo dezoito tabletes de substância análoga a maconha.

Os policiais chegaram aos suspeitos após uma denúncia anônima que dizia que um veículo Fiat Uno de cor branca estaria transportando entorpecentes para a cidade de Nova Mutum (264 km de Cuiabá).

Os investigadores iniciaram uma vigilância na região da Estrada da Guarita, foi realizado um acompanhamento até a rotatória que liga a Estrada da Guarita a Avenida Mário Andreazza.

Na delegacia, Felipe que era o condutor do veículo informou que a droga teria sido comprada em Várzea Grande e seria usada para abastecer o tráfico em Nova Mutum. Os suspeitos foram conduzidos a delegacia e estão a disposição da justiça onde devem responder por tráfico de drogas. (Foto: PJC-MT)

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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