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Alegria e confraternização marcam a 14ª edição do Arte e Cultura em Ação

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Mato Grosso

Da Redação

A Polícia Judiciária Civil realizou na tarde de sexta-feira (13.12), a tradicional comemoração do projeto “Arte e Cultura em ação: revelando talentos”. O evento completa em 2019 a sua 14ª edição, e a cada ano revela talentos de novos servidores, os quais já se dedicam ao trabalho policial.

A 14ª edição do evento aconteceu no auditório da Diretoria Geral da Polícia Civil, em Cuiabá, reunindo servidores e familiares, como revelações de aptidões musicais, artesanato, culinárias e desenhos a lápis. 

Durante a abertura, a diretora de Execução Estratégica, Daniela Silveira Maidel, falou do momento de alegria, o qual intitulou de o “Nosso Natal”, uma vez que o ano inteiro é repleto de tarefas, compromissos, sendo no “Arte cultura em ação” o momento em que nossos profissionais se unem para celebrar.

“Em nome da Diretoria Geral parabenizo todos os envolvimentos neste brilhante evento, em especial a equipe da Gerência de Aplicação, Desenvolvimento, Saúde e Segurança (Gadss), pelo esforço em promover a 14ª edição desse projeto cultural que visa proporcionar momentos de integração e confraternização”, enalteceu a diretora Daniela Silveira Maidel.

Iniciando as atrações, o Coral Vozes da Polícia Civil contagiou os presentes com suas canções. Em seguida, foi o momento das apresentações musicais cantadas ao vivo, que animaram a plateia.

O delegado geral, Mario Dermeval Aravechia de Resende, foi contagiado pela alegria do evento e subiu ao palco para “dar uma palhinha”, cantando uma música para os presentes. Além do show apresentado pelos artistas da música, o evento também contou os servidores que expuseram os seus trabalhos.

Expondo pela primeira vez no evento, a servidora Gabriela Costa, lotada na Coordenadoria de Gestão de Pessoas, falou da alegria em participar do projeto podendo divulgar os dotes culinários. “Faço doces gourmet como fonte de renda extra e agora para divulgar esse trabalho para todos os meus colegas de serviço”, disse ela.

A esposa do policial civil Benedito Monserat, Irene Marques do Nascimento Almeida, destacou a oportunidade de mostrar os seus produtos, além de expandir o seu negócio. “Esse tipo de espaço é muito importante para nós, pequenos empreendedores, pois com esse apoio conseguimos propagar nosso trabalho”, destacou Irene.

Na ocasião, houve sorteios de brindes e lembranças para os convidados, que encerraram o evento que busca a qualidade de vida, contagiados pela alegria e confraternização de final de ano.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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