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Agentes evitam entrada de celulares em unidade prisional

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Da Redação

 

Agentes penitenciários da Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino Ferreira, em Sinop, impediram nesta terça-feira (17.04) a entrada de 17 celulares, cinco chips e carregadores no local. Os materiais foram apreendidos após os agentes observarem há dias o comportamento suspeito de um dos reeducandos que trabalha internamente no recolhimento e retirada do lixo para a área externa da unidade.

Depois de constatada a suspeita, o recuperando passou a ser monitorado e no momento em que ele foi jogar o lixo na área destinada nesta terça-feira, o agente que estava de vigilância na torre viu o interno resgatando um pacote com os materiais ilícitos.

Conforme o diretor da unidade, João Batista Borba, os materiais seriam entregues a alguns presos da unidade. “Assim que o interno voltou da atividade ele foi abordado e os tambores de lixo revistados, quando então encontramos o material”, explica o diretor.

O reeducando foi conduzido para a Delegacia da Polícia Civil para registro da ocorrência. Um procedimento administrativo disciplinar será aberto pela unidade para apurar a responsabilidade do preso.

CRC

Hoje também foi evitada a entrada de cerca de 200 g de maconha no Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC). A mulher A. B. R., 22 anos, aparentou nervosismo durante o procedimento de revista aos visitantes e foi levada para uma unidade de saúde. Lá foi constatada a presença da droga que foi introduzida nas suas partes intimas. A mulher foi encaminhada para registro da ocorrência à Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Civil.

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Júri do caso Zampieri encerra segundo dia com interrogatórios

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O segundo dia de julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi encerrado na noite desta quarta-feira (30), após cerca de dez horas de sessão no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Os trabalhos foram marcados pelos interrogatórios dos réus e pela análise de pedidos apresentados pela defesa.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do MPMT. A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá.Durante o interrogatório, Antônio Gomes da Silva confirmou ter recebido uma fotografia de Roberto Zampieri quando ainda estava em Belo Horizonte (MG). Em outro momento, questionado sobre o sentimento após o homicídio, respondeu que foi o de “missão cumprida”.Antônio ainda evitou, em depoimento, comentar sobre eventual participação do Coronel Caçadini e confirmou o envolvimento de Hedilerson.O segundo interrogatório foi o de Hedilerson Fialho Martins Barbosa, que negou participação no homicídio, apesar de reconhecer que a arma utilizada por Antônio era sua. Já o terceiro a ser interrogado foi Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas – coronel Caçadini. Ele confirmou que conheceu Antônio Gomes da Silva em setembro de 2023, quando o contratou para realizar uma reforma em seu escritório.Caçadini ainda relatou manter relação próxima com o empresário Aníbal Manoel Laurindo, apontado nas investigações como um dos mandantes do crime. Conforme afirmou, os dois mantinham conversas frequentes.A defesa de Antônio Gomes da Silva requereu a suspensão do julgamento, com o desmembramento do processo em relação ao acusado e sua submissão a incidente de insanidade mental. Alternativamente, pediu que os jurados fossem chamados a deliberar, em quesitos específicos, sobre eventual inimputabilidade ou semi-imputabilidade do réu. Os promotores de Justiça manifestaram-se contra os pedidos, que foram indeferidos pelo José Mauro Nagib Jorge.O julgamento será retomado na quinta-feira (1º), quando terão início os debates entre acusação e defesa perante o Conselho de Sentença, etapa que antecede a deliberação dos jurados e a definição do veredicto.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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