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Administração Municipal de Nossa Senhora do Livramento avaliou positivamente o carnaval “Banana Folia 2020”

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Da Redação

Prefeito de Nossa Senhora do Livramento Silmar de Souza Gonçalves (DEM), classificou como positivo a realização da 20ª edição do Carnaval Banana-folia no município. Para o prefeito livramentense, as expectativas foram pra lá de animadoras, “pois o evento superou as nossas projeções em todos os sentidos. Dessa forma só tenho que agradecer a equipe organizadora e a todos àqueles que de alguma forma colaboraram para o êxito dessa festa de momo, e principalmente a população local que em todos os dias estiveram na praça prestigiando e evento”, destacou Souza.

O Carnaval Banana-folia teve três noites e uma matinê no domingo. Aconteceu de 22 a 24 de fevereiro com entrada e desfile de blocos carnavalescos na praça do carnaval e apresentações musicais de bandas regionais e grupos convidados. Além do ritmo frenético carnavalesco, nesta edição, os foliões contaram com praça de alimentação recheada com lanches variados, comidas típicas, caldos diversos e bebidas em geral. Houve também área de lazer infantil.

Com relação à movimentação do comércio nos dias de carnaval, o secretário livramentense de Cultura e Turismo José Eugênio Maciel ajuizou que o evento alcançou o objetivo de atrair para o município pessoas de fora que ajudou no aquecimento de setor comercial local. Segundo Eugênio, foram milhares de pessoas que passaram as três noites na cidade ou na Praça de Eventos, onde muitos qualificaram o lugar como seguro e repleto de dezenas de policiais civis e militares, conselho tutelar, juizado especial da infância e adolescência, entre outros. “Por mais que a chuva não ter dado trégua nos dois primeiros dias, o carnaval foi considerado bom pelos participantes, alguns vindos de lugares distantes”, conjecturou o secretário.

Já o secretário municipal de Administração e Planejamento Manoel Gonçalo de Campos, enalteceu o evento como um todo, pois segundo ele, moradores de maneira em geral, estão parabenizando e classificando o evento de belíssimo.

 

Foto: Reprodução Prefeitura de Livramento

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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