Mato Grosso

Acidente no bairro Pedra 90, em Cuiabá deixa um morto

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Mato Grosso

Da Redação

Um grave acidente foi registrado na manhã do último domingo (01) no bairro Pedra 90, em Cuiabá e deixou duas pessoas feridas e um morto.

De acordo com as informações, um veículo Fiat Pálio e um caminhão acabaram colidindo, segundo testemunhas, o veículo de passeio invadiu a preferencial em um cruzamento e foi atingido pelo caminhão, após a batida, o veículo foi jogado contra um poste de energia elétrica.

Após o acidente, o condutor do caminhão, ainda perdeu o controle e entrou em um estabelecimento comercial, o estabelecimento e uma casa vizinha ficaram destruídas.

De acordo com a Polícia Militar (PM), o condutor do veículo não respeitou a placa de “PARE”, por este motivo teria causado o acidente. O motorista chegou a ser socorrido após a chegada de uma equipe de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos e morreu momentos depois de dar entrada ao Pronto-Socorro de Cuiabá.

As outras duas pessoas que estavam no veículo também foram socorridas e foram encaminhadas para o Pronto-Socorro, não há informações quanto ao estado de saúde, já o motorista do caminhão, sofreu ferimentos leves e já recebeu alta.

A Polícia Judiciária Civil (PJC) está investigando o caso.

Foto: TV Comunitária do Pedra 90

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Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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