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Ação policial recupera picapes furtadas em Rondonópolis

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Da Redação

 

Dois veículos furtados foram recuperados em Rondonópolis (212 km ao Sul), durante ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), da Polícia Judiciária Civil, com apoio da Polícia Militar, no início da noite de terça-feira (05.12).

As duas picapes, modelo Fiat Strada, uma prata e outra branca, foram localizadas em um barracão, no bairro Vila Marilei. Um dos veículos foi subtraído na cidade de Torixoréu (560 km ao Sul).

Os veículos foram recuperados durante apuração de diversos furtos de veículos modelo picape, cometidos na região. Um dos veículos tinha rastreador. No entanto, o aparelho foi encontrado, por uma guarnição da Polícia Militar, desmontado e abandonado pelos suspeitos.

Ao analisar a trajetória do rastreador, os policiais civis da Derf detectaram um endereço no bairro Vila Marilei, onde o veículo havia ficado por certo tempo.

Diante das suspeitas, as equipes foram até o ponto levantado, sendo constatado se tratar de um barracão, fechado com lâminas de alumínio no portão, dificultando a visão do interior do local. Porém, foi possível visualizar através de um buraco, as duas picapes Fiat Strada escondidas.

Em seguida, policiais civis e militares entraram no barracão e confirmaram que os veículos eram produtos de furto. Os carros estavam com os painéis parcialmente desmontados. No local também foram apreendidos três módulos, possivelmente usados para cometer crimes, além de diversas ferramentas.

Ninguém foi encontrado no imóvel. As investigações continuam com objetivo de prender os autores e receptadores envolvidos na situação.

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Julgamento é retomado com interrogatório dos réus

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O julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi retomado na manhã desta quarta-feira (30), no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Após o encerramento do primeiro dia de instrução, as partes desistiram da oitiva das testemunhas que ainda estavam arroladas para depor, permitindo o avanço da sessão para a fase de interrogatório dos réus.Os trabalhos foram reiniciados com o interrogatório de Antônio Gomes da Silva, apontado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) como o autor dos disparos que resultaram na morte do advogado. Na sequência, também deverão ser interrogados os demais réus, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida (NDV). A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Também integra a acusação, como assistente, o advogado Giovani Santin.Durante o primeiro dia de julgamento, realizado na terça-feira (29), foram ouvidas seis testemunhas, entre elas delegados da Polícia Civil e da Polícia Federal que atuaram nas investigações do caso. As oitivas abordaram a dinâmica do crime, o planejamento da ação criminosa e os elementos probatórios reunidos ao longo da apuração conduzida pelas forças de segurança.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins avaliou o primeiro dia como produtivo no que se refere à instrução e ao esclarecimento dos fatos. Ele destacou o papel do Ministério Público no Tribunal do Júri e criticou estratégias utilizadas para atacar a imagem da vítima.“Estamos defendendo a vida de um ser humano e aqui o Ministério Público tutela o direito à vida de qualquer pessoa, sem fazer qualquer tipo de discriminação. Justificar esse tipo de situação atacando a figura da vítima nada mais é do que uma retórica colocada a serviço da injustiça, da impunidade e daquilo que a sociedade não deseja”, afirmou o promotor de Justiça.O promotor de Justiça Samuel Frungilo lembrou ainda que, segundo a acusação, o envolvimento dos réus como executores e intermediários está demonstrado tanto pelas oitivas das testemunhas realizadas no primeiro dia quanto pelas investigações conduzidas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal. “Essa organização foi contratada para matar Roberto Zampieri, e foi isso que fez”, afirmou.Conforme a denúncia oferecida pelo MPMT, Antônio Gomes da Silva é acusado de executar o homicídio. Hedilerson Fialho Martins Barbosa teria participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas é apontado como integrante da empreitada criminosa.O julgamento prossegue ao longo do dia com os interrogatórios e as demais fases processuais previstas para o Tribunal do Júri.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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