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Polícia prende três após perseguição no centro de Várzea Grande

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Da Redação – Por Jean Borsatti

Na tarde desta terça-feira (18) a equipe de apoio do 4º Batalhão de Polícia Militar (4ºBPM) prendeu três homens acusados de furto a uma residência em Várzea Grande. Lucas Santana de França de 25 anos, Raphael Correia Aleixo de 35 anos e Wancleyton Moraes da Silva de 29 anos entraram na residência e furtaram vários objetos, após o furto os suspeitos sairam do local em um veículo Ford Ka de cor branco, placas QOZ-8394 da cidade de Belo Horizonte – MG.

A equipe de apoio do 4ºBPM foram acionadas após denúncias de vizinhos que presenciaram o furto, após rondas o veículo foi localizado no centro da cidade, o motorista não obedeceu a ordem de parada da polícia e prendeu fuga. O veículo parou após o condutor perder o controle da direção e bater no meio-fio em uma das ruas do centro.

Dentro do veículo estavam os objetos furtados da vítima, dentre eles estavam dois televisores, microondas, várias peças de roupas, joias, relógios, dinheiro, dentre outros pertences. Após a constatação os suspeitos foram encaminhados para o CISC – Parque do Lago onde foi elaborado o Boletim de Ocorrência. 

Os três suspeitos possuem passagens pela polícia por furto e roubo, Raphael saiu da prisão a menos de trinta dias onde cumpria pena pelo mesmo crime, segundo o mesmo ele possui pelo menos dez passagens pela polícia pelos crimes de roubo e furto a residência.

O veículo utilizado no crime seria de propriedade de uma empresa que faz a locação de veículos, Wancleyton que supostamente teria locado o mesmo para cometer roubos, a vítima identificou os objetos e os três suspeitos devem responder por furto a residência, formação de quadrilha e direção perigosa.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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