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São Paulo assume liderança na Sul-Americana com vitória sobre O’Higgins

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São Paulo 2 x 0 O’Higgins-CHI Competição Copa Sul-Americana (2ª rodada fase de grupos) Local Morumbi, São Paulo (SP) Data 14/04/2026 (terça-feira) Horário 19h (Brasília) Público 19.990 Renda R$ 762.415,00 Cartões Amarelos Calleri, Luciano, Bobadilla (São Paulo) / Felipe Ogaz, Pavez Muñoz, Juan Leiva, Sarrafiore, Vecino (O’Higgins) Cartões Vermelhos Nenhum Árbitro Dario Herrera (ARG) Assistentes Pablo Gonzalez (ARG), Sebastian Raineri (ARG) VAR German Delfino (ARG) Gols Luciano (7′ 1ºT, São Paulo); Artur (9′ 2ºT, São Paulo) São Paulo Rafael; Lucas Ramon, Rafael Tolói, Alan Franco, Enzo Díaz; Marcos Antonio (Danielzinho), Bobadilla (Cauly), Luciano (Tapia); Artur, Calleri (Luan), Lucca (Tetê). Técnico: Roger Machado  O’Higgins Carabalí; Faúndez González (Morales), Pavez Muñoz, Garrido, Leandro Diaz; González, Felipe Ogaz (Gabriel Pinto), Juan Leiva; Castillo (Vecino), Sarrafiore, Bryan Rabello (Maturana). Técnico: Lucas Bovaglio



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O Brasil perde um gigante: morre Oscar Schmidt, o eterno “Mão Santa”

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Morreu, aos 68 anos, Oscar Schmidt, o maior nome da história do basquete nacional e um dos maiores pontuadores de todos os tempos no esporte mundial.

Ídolo de gerações, Oscar não foi apenas um jogador — foi símbolo de talento, dedicação e amor pelo Brasil. Dono de mais de 49 mil pontos na carreira, o “Mão Santa” construiu uma trajetória que ultrapassou estatísticas e se transformou em legado.

Foram cinco Olimpíadas disputadas, jogos históricos e atuações que desafiaram gigantes do basquete mundial. Um dos momentos mais marcantes foi no Pan-Americano de 1987, quando liderou a seleção brasileira em uma vitória histórica sobre os Estados Unidos, dentro da casa deles.

Oscar fez uma escolha rara: recusou a NBA para continuar defendendo a seleção brasileira. Não foi apenas uma decisão profissional — foi uma declaração de amor à camisa, ao país e ao esporte.

Nos últimos anos, também se tornou exemplo de força fora das quadras, enfrentando um tumor cerebral com coragem e dignidade, inspirando milhares de brasileiros com sua luta pela vida.

A morte de Oscar não representa o fim de uma história, mas a eternização de um nome. Um atleta que transformou o basquete no Brasil, que inspirou gerações e que colocou o país no mapa do esporte mundial.

Hoje, o Brasil não perde apenas um ídolo.
Perde um símbolo.

Eternamente, Mão Santa. 🏀



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