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Vendas no varejo sobem 1% em abril, diz IBGE

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Alta em abril frente ao mesmo mês do ano anterior foi de 1,9%; apesar do desempenho positivo no mês, setor acumula queda de 1,6% no ano

Da Redação

 

As vendas no varejo subiram 1% em abril na comparação com março, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira. No mês anterior, o índice havia registrado queda de 1,2%.

No confronto com o mesmo mês do ano passado, o avanço foi de 1,9%, a primeira alta depois de 24 meses seguidos de queda. Apesar do desempenho positivo no mês, as vendas acumulam queda de 1,6% nos quatro primeiros meses do ano.

A alta ocorreu em três dos oito setores monitorados pelo IBGE.  O principal resultado positivo foi em hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que teve alta de  0,9%, após 6,0% de queda acumulada nos dois meses anteriores. Os outros setores com alta foram tecidos, vestuário e calçados (3,5%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (10,2%).

Entre os setores que registraram resultados negativos estão livros, jornais, revistas e papelaria (4,1%), móveis e eletrodomésticos (2,8%), combustíveis e lubrificantes (-0,8%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,4%). As vendas do setor de outros artigos de uso pessoal e doméstico ficaram estáveis em relação ao mês anterior, segundo o IBGE.

O varejo ampliado, que inclui os setores automotivo e de construção, registrou alta de 1,5%. O resultado foi influenciado pelo bom desempenho nos supermercados, já que houve queda nos setores veículos e motos, partes e peças (-0,3%) e Material de construção (-1,9%), de acordo com o IBGE.

 

 

 

Fonte: Veja

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TST: 60% dos empregados da Caixa devem permanecer em atividade

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Decisão liminar do ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Mauricio Godinho Delgado determinou a manutenção do percentual mínimo de 60% dos empregados da Caixa Econômica Federal em serviço, durante greve decretada no dia 10 de setembro.

A medida ocorre após a Caixa Econômica Federal ajuizar dissídio coletivo de greve contra a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec), na quinta-feira (24).

No pedido da Caixa ao TST foi solicitada a manutenção de 80% do pessoal em atividade, alegando impacto direto aos serviços essenciais, a exemplo da compensação bancária e do pagamento de benefícios sociais. A empresa também justificou a falta de consenso nas negociações quanto ao novo modelo de custeio do plano Saúde Caixa.

De acordo com o TST, o percentual de 60% é suficiente para a preservação do atendimento às necessidades inadiáveis da comunidade, sem inviabilizar o exercício constitucional do direito de greve da categoria.

Negociações

Por meio de nota, a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), Luiza Hansen, informou que os trabalhadores já haviam solicitado ao banco a continuidade das negociações, por meio de ofício enviado na terça-feira (22). 

“Acreditamos que a negociação sempre é a melhor forma de se chegar à solução. O ajuizamento nunca é o melhor caminho e pode trazer grandes prejuízos, especialmente na fase de julgamento. Esperamos que ainda haja possibilidade de avançar na conciliação.”

Na decisão liminar, o ministro também garantiu a manutenção do Acordo Coletivo de Trabalho, com vigência entre setembro de 2024 e agosto de 2026, até a decisão definitiva do caso.

Delgado também negou a proibição de atividades que dificultem o livre acesso às agências, ao destacar que não há indícios de excesso por parte do movimento grevista

O julgamento do dissídio coletivo pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do Tribunal Superior do Trabalho está agendado para às 14h30 da próxima terça-feira (29).

O processo corre sem segredo de justiça, com exceção de documentos para os quais a Caixa solicitou a medida.



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